18 junho 2017

490 - Todos temos o direito de.

Nós - e quando digo nós, é mesmo NÓS e não apenas os outros - achamos sempre que temos direitos e olvidamos muitas vezes o seu contrário: OBRIGAÇÕES.
Porque somos todos boa gente, generosamente aplicamos pimenta no Cartão de Cidadão dos outros, porque achamos que essa especiaria é refresco.
Eu tenho o direito de, e de, e de e eventualmente de e até de, mas o seu contrário - ou esses todos "des", quando os outros o reclamam para si -  bem, aí, alto e pára o baile, "se calhar até nem é bem assim". 
Ah!!! E a honestidade?!?! Por favor, quem dúvida "da minha honestidade!?!? Por acaso o amigo pensa que eu sou desses?!?! Se calhar está a ver-se ao espelho?!?!"

Acho que já o escrevi e se não o fiz, aqui vai agora. Tenho muitos defeitos: assumo. Tenho algumas virtudes: espero que sim. Se calhar, como todos. Ou quase. Porque há alguns, que são um modelo de virtudes. Mas se há coisa que detesto e não aguento que me façam (tentem fazer) é de parvo.

Ah e esta colocação vem a respeito de quê? De nada. Apenas porque me levantei cedo, já li os jornais do Café do Tónio, já li os emails recebidos durante a tarde/noite, ainda não são horas de passar na Casa do Delfim e a minha mulher foi trabalhar doze horas e meia, pelo que não tenho mais que fazer. E já agora duas notícias importantes: O meu Médico de Família terminou hoje "O Caminho de Santiago " e o meu Primo Custódio (Padre Santo para os Amigos) acaba hoje as merecidas férias e chega a casa logo à noite.

E, tirando estas duas notícias, nada mais a acrescentar, exceto que...
Eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

13 junho 2017

489 - Doações e Indignações.

Tenho andado arredado deste sítio. Tenho andado longe porque tenho pressa de arrumar com algo, que já queria ter arrumado no ano passado por esta altura. E, por isso, ando arredado disto e d'outras coisas, mormente das leituras de jornais - exceto do jornal do Café do Tónio, do qual não prescindo - e de uma ou outra passagem pela net.

Por isso e com mais uma exceção - a casa do Delfim que é um lenitivo para o final da tarde - não tenho saído muito e até a minha mulher, condescendente, estando com uns dias de férias, não me acusa de não sair.

No entanto - e nas pausas do que tenho pressa de arrumar, que já devia ter arrumado o ano passado - vou passando os olhos por alguns acontecimentos. E, assim, vi que: ontem houve assembleia de freguesia; O Dr. Coelho está indignado por o homem que fez a reversão do contrato da TAP a favor do Estado, tenha ido para lá, como um dos representantes desse mesmo "revertido".

Para quem, como eu, tem a mania que sabe muitas coisas sobre Caldas das Taipas, foi uma surpresa a Família Agrelos ter feito uma doação "para a abertura da Alameda Rosas Guimarães". Sabia, por documento datado de 26 de agosto de 1956 emanado da Junta de Turismo, que o senhor Carlos Agrelos tinha doado 200 metros quadrados de terreno que fazem parte da esplanada da Piscina, mas muito me alegra e nada me admira, que a Família tenha doado, como diz o RFXDigital, para a abertura da Alameda.

Quanto à nomeação do homem que negociou a reversão que tanta indignação causou ao Dr. Coelho eu compreendo-o, pois quando o Dr. Catroga negociou, não a reversão a favor do Estado, mas a venda por parte do Estado, a privados e depois foi nomeado pelos privados para fazer parte da coisa, também me indignou. É a mesma coisa? Talvez não, mas para pior.

E eu vou andando por aí e, na esperança que possa voltar, brevemente, a este e outros sítios, também vou assobiando.


10 maio 2017

488 - Juntando as peças iii

De há uns tempos a esta parte - e quando me apetece - vou mexendo em papeis que tenho cá por casa e colhendo algumas informações. Um dia - se me apetecer - publicarei aqui ou noutro local ou então facultarei a terceiros, para esclarecer algumas pessoas e para chamar de mentirosos e aldrabões a outras. Estas que pensando que tudo sabem, afinal são uns ignorantes e não sabem mesmo nada ou então, não são ignorantes, pois sabem, mas são aldrabões e mentirosos, porque dizem o contrário da realidade.

Com pouco mais de vinte anos, vejo alguém que andou em lugares de responsabilidade nas Taipas - e que por sinal ainda anda, mas lugares diferentes daquele em que na altura disse o que transcrevo:

 - A Câmara não olha as Taipas como deveria ser. (...) As Taipas são da Câmara. Pois então se são da Câmara, porque é que não arranja, por exemplo, as termas velhas? Não é o maior accionista da Turitermas? Tudo é deles. As termas, o parque, as piscinas, os campos de ténis e o ringue. Pois então que arranjem tudo. (...) A Câmara tem a maioria, quis a maioria, então que faça as coisas.

E, relativamente a alguém que não quis ir para a vereação: - As Taipas perdeu uma boa possibilidade de ter um vereador na Câmara. É sempre uma pessoa que está lá dentro. (...) Mas foi uma hipótese que se perdeu.

Pois é:
Apoio ao investimento por parte da Câmara na Turitermas e;
a utilidade de um vereador cá do sítio.
Onde é que eu já ouvi/li isto? Perdão. Onde é que eu já ouvi o contrário disto?

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

01 maio 2017

487 - Egoísmo da minha parte.

Arquivo QV
Fico triste pelo meu egoísmo, egocentrismo, olhar para a barriga e só pensar em mim.
No dia em que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas das Taipas, comemora 130 anos da sua fundação, estando em festa, só me consigo recordar do que se passou há trinta anos.

Mas, os cães (eu) ladram e a caravana passa. E, como se cantava nos meus tempos da mocidade portuguesa "Lá vamos, cantando e rindo".

E eu vou andando por aí e, por respeito pelo passado e compreendendo o presente, também vou assobiando.

24 abril 2017

486 - Carta aberta aos Taipenses, sejam eles donde forem.

Nestes últimos tempos, que não consigo balizar, temos vindo a assistir a uma disfunção de funções, (passe a redundância, se existir) onde parece andar tudo ao contrário. Os Órgãos ditos democráticos, legitimados por eleições, andam em autêntica disfunção: ao invés de se respeitarem e àqueles que os botaram no sítio a que chamam "casa da democracia", todos os dias nos brindam com autênticos desrespeitos e falta de civilidade.

Os responsáveis de associações onde o futebol é a estrela principal, alguns acumulando com a responsabilidade principal em Sociedades Anónimas "ditas" Desportivas, contrariando a função de "associação" e de "desportivas", incendeiam os adeptos menos preparados, que depois cometem excessos inqualificáveis.

Nós Taipenses, daqueles que por aqui somos nados e criados, que bebemos da água do leão, que para aqui viemos por necessidade ou opção, que aqui trabalhamos ou dormimos, que, que, que, e desde que o queiramos, seremos todos taipenses. Entendo que quando se pergunta a alguém que nasceu num lado e vive noutro, pelas razões acima apontadas, devem dizer: Sou "de", mas vivo "em". Sendo isto um mero pro-forma, o que importa para este comentário, é que por estas bandas - e embarcando na histeria nacional - também os responsáveis, os menos responsáveis e os irresponsáveis, também advogam a disfunção, ou seja, estão preocupados com o "acessório" esquecendo o "essencial".

É o caso do local do amostramento da requalificação do centro da Vila. Já repararam que de há uns tempos a esta parte, já não se discute que "a Câmara não faz nada nas Taipas, que o projeto não presta, que há pouco estacionamento, que os comerciantes vão perder clientes", para discutirem onde é que se mostra o dito cujo?

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

23 abril 2017

485 - Carta aberta ao meu Médico de Família.

Exmo senhor Coordenador da Unidade de Saúde Familiar:
Nesta.

Exmo senhor:
Dignou-se Vexa em consulta efetuada nessa USF em Dezembro de 2011, prescrever-me para redução/combate às maleitas de que me queixava, uma medicação, a qual, segundo os seus doutos estudos académicos, seriam o paliativo indicado para me livrar de tal padecimento.
Cumpri, na integra, o referido receituário. Todavia, passados que foram mais de cinco anos, a caminho dos seis, continuo com as mesmas maleitas.
Como tal não fosse, de per si, motivo bastante para a minha reclamação, tenho a comunicar a Vexa. que o medicamento receitado, não apenas não produziu melhoras, como desencadeou, principalmente nos últimos tempos, um mal estar quase permanente com diarreias constantes e vómitos consecutivos.

Assim sendo, outro remédio (de remediar) não terei, que não seja solicitar ao Coordenador da minha USF, que me transfira de Médico prestador de cuidados de saúde, sob pena de, continuando o tratamento receitado, vir a padecer de diarreia mental compulsiva, o que em nada abonaria a minha saúde, bem como de todos aqueles que, à minha volta, proliferam.

Sendo o que se me oferece, e de momento, sou,
Atento e venerado,
Este que s'assina,




14 abril 2017

484 - Amizade

Foto: GMR Digital (editado by QV)
Não sei se será possível nos tempos que correm, repletos de confusão e de provocações, com afrontas e ataques sistemáticos muitas vezes - quase sempre - infundados e sem provas, promover e pelejar pela unidade, seja ela da família, da comunidade ou do país. No entanto, concordo, não devemos desistir desse objetivo e lutar por ele.

Como habitante há mais de 60 anos da Faixa de Gaza, tenho assistido à animosidade entre os habitantes das duas cidades que nos estão próximas. Numa - a sede do concelho - onde passeei livros durante quase uma década, pude constatar da animosidade para com os da sede de distrito. Na outra, nos tempos atuais, vejo que a "paixão" pelo berço da nação, é recíproca à nutrida pelos vizinhos. E nós, aqui no meio, temos adeptos das duas formações.

Temos visto, esporadicamente, responsáveis nas duas cidades, tentarem, sem grandes comprometimentos, uma aproximação entre as duas sedes de dois concelhos vizinhos. Desejo sorte aos intervenientes e que os seus concidadãos, os sigam - o que já não será tão fácil. Agora, sou adepto de um relacionamento livre e espontâneo, sem "armas" a intimidar o adversário, que se quer amigo.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

09 abril 2017

483 - Amigo

Prop: Vimeo.com
Um Amigo meu hoje faz anos. Pela primeira vez em muitos anos, não lhe vou telefonar a dar os parabéns. Não porque ele não esteja entre nós, mas apenas devido a situações não posso telefonar e será melhor não aparecer para não perturbar esse meu Amigo. Mas não será por não lhe telefonar ou visitar, não será pela minha ausência, que deixei de respeitar e considerar esse meu Amigo. Apenas porque penso, que em certas alturas, a nossa ausência é melhor e mais significativa que a nossa presença.

Sempre gostei deste meu Amigo, que antes de ser meu, já o era de meu Pai. Sempre tive o cuidado de respeitar os Amigos de meu Pai, mas este não era por isso. Este é mesmo meu Amigo. E, apesar de alguma diferença de idade, em muitas ocasiões a conversa era de "rapazes" da mesma idade.

Há Amigos e há amigos. Opiniões diferentes, credos diferentes e até clubes de futebol diferentes. Mas isso para mim não é importante. O meu verdadeiro Amigo pode ser do que quiser, desde que seja meu Amigo. E não precisa de estar de acordo comigo e deve permitir que eu discorde dele. Mas seremos sempre Amigos.

N.B. - Esta colocação não é para ler nas entrelinhas. Nem tem pulga atrás da orelha. É mesmo isto e apenas isto que eu quero dizer ao meu Amigo. E o filho dele, se me ler, sabe do que e de quem estou a falar. Parabéns meu Amigo.



30 março 2017

482 - Aqui nasceu...

Foto: Sara R Oliveira
Li esta semana na blogosfera alguns comentários sobre a frase colocada na cidade de Guimarães - Aqui nasceu Portugal. Hoje esperava pela Sara, sentado frente à casa da D. Maria da Rio, da Quezinha e do senhor Noé, de costas para o esqueleto daquela onde nasci. Sim, sensivelmente por cima da minha cabeça na foto que a Sara fez vê-se uma janela que seria a do quarto n.º 5 onde, no longínquo ano de 1954, minha Mãe deu à luz um magnífico bebé (hoje reproduzido na foto homem feito).

Naquela casa, arrendada por meu Avô e adquirida depois por meu Tio e Padrinho (penso que no último quartel do século passado), foi vendida pelos seus herdeiros legítimos e com legitimidade para o fazer (na primeira década deste século) e mais tarde, segundo esta notícia, adquirida pela Junta de Freguesia de Caldelas.

Hoje, sentado naquele muro onde em tantas noites estivais vi: sentada a Emilinha Tim Tim, depois de estar em amena cavaqueira com a D. Aurora e a D. Maria do Rio; a Quezinha à Janela à espera do sr. Joaquim (ou a ver se o Mingos vinha a horas de Jeito); o sr. Noé a chegar a casa para o almoço domingueiro (com o jornal debaixo do braço), constato que esse movimento desapareceu. Mas, além dessas pessoas, que com o desenrolar normal da vida foram desaparecendo, há outro fator que me entristece: é que, na antiga Pensão Vilas onde nasci, prometeram-nos vezes sem conta que teríamos o movimento normal de um Lar de Idosos e isso, até hoje, nada.

Quer dizer: nada do movimento inerente ao funcionamento de um Lar de Idosos porque, a sua promessa como facto consumado, será feita muito em breve ou não estivesse próximo o dia 1 de outubro.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

27 março 2017

481 - Mesmo vindo disfarçados... sabemos quem anda por trás.

APAJ.pt
Ontem, depois de comemorar em Família o aniversário da minha sogra, passei pela Igreja Paroquial, designada de capela de S. Tomé, para velar o corpo de um amigo e conviver um pouco com os familiares. Nestas ocasiões a conversa vai sempre cair no "lembras-te daquela vez em que" e esta não foi exceção. A determinado passo de colocar as contas em dia de amigos e ex-vizinhos que não se encontram há anos, o Manel puxou à conversa algumas histórias em que a minha mãe e a sua generosidade vieram à baila e outra que eu não me lembrava de maneira nenhuma. É essa que vou reproduzir:

Frente a nós viviam três irmãs: A sra Aurora, a Rosinha e a Laidinha. Boas senhoras que cuidavam dos filhos da primeira e de quem éramos amigos. No quintal adjacente à casa da sra Aurora, pelos vistos e segundo o Manel contou, havia uns morangos e, em determinado dia, o Manel e eu, parece que nos enganamos e saltando o muro experimentamos alguns desses morangos. No dia seguinte a sra Aurora, atravessando a rua, levou - ainda segundo a crónica do Manel - "um pratinho com morangos para a D. Sarinha" e de caminho deu dois ou três ao Manel e disse-lhe "Manel, pega. Come que tu disto nunca provaste." Nesta altura da história, e apesar de velarmos o corpo do Pai do Manel, não resistimos e ambos nos rimos com gosto.

Pois é, a sra Aurora pensava que estava a dar ao Manel algo que ele nunca tinha provado. E nem que tivesse sido a Laidinha a dar os morangos ao Manel, nós sabíamos que era a sra Aurora que "estava por trás da oferta" e o Manel (e eu pelo vistos) já estava farto de provar o que nos era oferecido.

Moral da história: Há pessoas que pensam que nos estão a oferecer novidades, mal sabendo que estamos fartos de as conhecer. E, nem que esse oferecimento venha por outra pessoa, nós sabemos quem está por trás. Por isso... cuidado com o que nos querem oferecer, nem que venha de cara lavada, é mais do mesmo.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.



21 março 2017

480 - As eleições... de 2017

Em alguns jornais nacionais e locais, neste caso do concelho, começam a soltar-se a conta gotas, como deve ser, os candidatos putativos ou confirmados aos diversos cargos a eleger. Ao contrário das eleições legislativas, que elegem apenas um conjunto de pessoas que irão formar a Assembleia da República, as autárquicas são para eleger um presidente de junta e uma assembleia de freguesia.

Para as nossas bandas ainda nada transpira de quem serão os cabeças de lista, nem tão pouco alguns dos componentes das respetivas listas. O que se tem falado, com alguma crítica, é sobre um ou outro candidato que terá mudado de cor partidária das últimas para as próximas, mas isso é algo que acontece a nível nacional - e local, senão todos os anos eleitorais, pelo menos em alguns.

Os "vira-casacas" são criticados pelos simpatizantes dos partidos opositores e/ou que os perderam, que por sua vez, tentam justificar a "transferência" por uma ou outra razão mas, normalmente, a mais apregoada é porque querem servir melhor a sua freguesia.

Sinceramente ainda não me debrucei muito sobre este personagem que, segundo os opositores "vira a casaca", mas que, segundo eles próprios, é para melhor servir a freguesia. Mas tenho constatado, com alguma angústia, aqueles que, sem olhar a meios, apenas olham para a sua barriga sem se preocuparem minimamente com o bem estar da "sua freguesia".

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

15 março 2017

479 - Ora bolas...

Foto:Açorianooriental.pt
Falava-se sobre Segmentação e Diferenciação - segundo o entendido na matéria - duas palavras chave no marketing político. Olhei para os apontamentos que tinha rabiscado e li:
Um político tem de vender esperança, proclamar a desgraça não é um desígnio político. Tem de apresentar soluções. Não basta dizer que está mal. Tem de dizer que isto está mal, mas eu tenho a solução.

Mais à frente, noutro ponto da folha de rabiscos:
Se não tem programa, se não tem nada para fazer, que esteja calado. Se não tenho soluções/propostas não posso criticar os outros. Até se pode construir um candidato, mas tem de ser credível, os votantes têm de acreditar e perceber aquela maneira de criticar.

A ainda relativamente ao Desempenho e à Imagem:
O Desempenho leva à avaliação por parte do consumidor;
A Imagem leva ao sentimento afetivo que temos sobre o candidato ou sobre uma marca.

É claro que eu posso ter percebido mal o que o entendido na matéria terá dito, mas....

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

02 março 2017

478 - O que me cai na sopa.

Foto:CMG
Esta terça-feira foi gorda. Até o golo com o pé fora da Lei foi gordo. Tudo a condizer com gorduras. Falou-se menos dos sms que fazem enjoar que, junto com as gorduras do cozido, seriam ainda mais indigestos. Mas logo a seguir vieram os milhões que saíram ou não dentro da Lei. Demasiadas coisas para digerir. Ah e o CCTaipas, que tem tido resultados excelentes nas últimas semanas, que nos avisa para nos prepararmos que nem sempre assim será e um dia menos gordo poderá trazer/trará a míngua dos pontos que, em nada desvalorizará a magnífica época que estamos a atravessar. Serão apenas coisas da vida. Ou antes, serão os habituais dias de jejum da Quaresma, que nos farão transportar para a Ressurreição Pascal. 

Há um ano escrevi no Facebook, relativamente à sessão de apresentação/esclarecimento sobre a requalificação do Centro das Taipas, que teríamos a "oportunidade de ser esclarecidos (...) e, eventualmente, darmos opinião" sobre  a obra, acrescentando esperar "que a sessão não seja demasiado técnica e politizada, de forma ao cidadão comum não perceber patavina". Ao ler hoje pela manhã esta "memória" cheguei à conclusão que, pese embora a grandiosidade da obra, não fiquei completamente esclarecido. E outros, eventualmente não totalmente esclarecidos como eu, ficaram ainda preocupados com a possibilidade do empreendimento e as obras do mesmo, lhes prejudicarem o negócio.

De repente dei comigo a pensar e a fazer a ligação entre terça feira gorda e quaresma. Entre fartura e abstinência. Entre fartazanas e algum jejum. Transportando para as Taipas e para a política, entre obras já realizadas e asseguradas a sua realização e alguma paragem/meditação/abstinência.  Será que depois de um mandato de fartura - leia-se obras executadas em Caldas das Taipas e ainda outra que avança no período de férias (EB 2,3) - não seria de parar um pouco com a pretensão de avançar imediatamente e com calma, com algum jejum nesta obra de requalificação, explicá-la melhor aos Taipenses e, principalmente, aos diretamente beneficiados com ela? Depois da fartura da carne do Talho do sr. Augusto, que tal umas pencas da Olivinha do Picão?

Pela forma como tem tratado as Caldas das Taipas, facilmente vislumbro que o presidente de Câmara quer o melhor para as Taipas e que estará na disponibilidade de protelar o lançamento desta obra que prometeu para este mandato, de forma a que todos saibamos o que vai sair daquele projeto e que a maioria - porque agradar a todos é impossível - ficará a beneficiar com o empreendimento.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando. 

25 fevereiro 2017

477 - Porque será?

Por razões que a - minha - razão desconhece a news letter (penso que se escreve assim) do jornal Público, cai-me todos os dias úteis, não no prato da sopa mas na minha caixa de correio, que está consignada como "E-mail de lixo" e com o aviso "Esta mensagem foi identificada como spam. Iremos eliminá-la após de 9 dias". Algumas vezes cliquei onde diz "Mostrar conteúdo bloqueado" mas, posteriormente, achei que era melhor não me mostrarem nada, pois as notícias cada vez são menos notícias e mais mexericos e artigos de opinião.

Efetivamente os senhores que andam "na política" gostam de dizer que "os portugueses têm o direito de saber, de ser esclarecidos" pelo que criam comissões para apurar factos relevantes para o País e de comichão em comichão ficamos sem saber nada, pois os relatórios das ditas comichões, servem apenas para os senhores "políticos" se coçarem mutuamente. Os resultados das ditas cujas, nunca ninguém os viu/ouviu/leu. É um desfilar de personalidades e mais personalidades, gastar rios de tinta e de cassetes de gravações e no final, nada.

Agora destas "notícias" e mexericos alguma coisa ficamos a saber: Salvo RARAS EXCEÇÕES, todos estes senhores têm rabos de palha, apesar das culpas morrerem solteiras. Vai daí, mexerico por mexerico, mais vale ler naquelas páginas onde eles são verdadeiramente assumidos.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

Nota Final: Para quando a notícia dada por aqueles que berraram contra as não obras da EB 2,3 e que queriam apenas o remendo, dizendo à comunidade que afinal vão ter escola nova? Ou isso não é notícia? Ou a notícia é apenas o bota abaixo?

17 fevereiro 2017

476 - No fundo.

Foto: Google
Quando pensava que esta semana já tinha sido pródiga em desgraças nacionais suficientes, sim, porque baixarem défices, desemprego e outras coisas mais não são de interesse nacional, pois este apenas se debruça sobre sms e outras merdices tipo Comissões de Inquérito que nunca dão em nada, exceto em exposição mediática, horas extras e televisões a passar horas a fio a mesma conversa, veio agora o senhor Presidente Aníbal Cavaco Silva colocar a cereja no topo do bolo.

Então não é que o senhor que foi presidente da República uma década, depois de ter sido primeiro ministro outro tanto tempo, que mercê do cargo continua com estatuto especial nomeadamente carro, motorista, gabinete e não sei que mais, veio agora publicar um livro que - segundo ouvi em alguma Imprensa Especializada (em mexericos) - o senhor Presidente da República, dá conta das conversas privadas que manteve com os primeiro-ministros, nas habituais reuniões privadas e de assuntos de Estado? Conversas que não eram públicas nem objeto de "comunicado final" por serem sigilosas e onde apenas o senhor Presidente podia ter o tal caderninho e agora, por razões que a própria razão desconhece, publica um livro com essas conversas?

Eu devo ser muito burrinho por achar isto um ato com "pouco sentido de Estado" e devo ser o único, dado o manancial de gente importante que estava presente no lançamento do livro.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, vou publicando às sextas feiras e outros dias.

13 fevereiro 2017

475 - As verdadeiras, boas, notícias.

Foto: JMR-CCTaipas
Ontem fui ver o jogo do Clube de Caçadores das Taipas a contar para o Campeonato Pró Nacional da A.F. Braga. E fiquei contente. Não apenas por ter acompanhado e feito as "honras da casa", como me competia, ao Deputado da Assembleia da República eleito pelo círculo de Braga, nem tão pouco pelo meu grande amigo Delfim Duarte que andava arredado dos encontros dos Caçadores. Ah e - pasme-se - nem especialmente pela saborosa vitória por 3 bolas sem resposta. Não. A melhor parte estava reservada para o intervalo.

Conforme nota de Imprensa  - que aqui agradeço ao vice-presidente de Comunicação e Imagem que sempre me inclui nestas notas - foram distinguidos 41 atletas da Formação do Clube, pelo bom desempenho escolar que tiveram, demonstrado que é possível conciliar este bom desempenho com a prática desportiva.

Para os Associados e Simpatizantes, nos quais me incluo, normalmente é ponto de destaque as vitórias das equipas principais. No entanto, a área de Formação, não sendo tão seguida como a outra, é um dos pilares fundamentais para a longevidade dos Clubes. E é um trabalho muitas vezes desconhecido do grande público e pouco acarinhado. No entanto, nos dois clubes desportivos mais representativos das Caldas das Taipas, este trabalho é feito com seriedade pelo que, o trabalho dos seus dirigentes e colaboradores deve ser enaltecido.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

10 fevereiro 2017

474 - As Caldas das Taipas mexe?

Foto: RFXDigital (editada)
Alguns Meios de Comunicação Social (MCS) dão algumas notícias sobre a nossa terra. Algumas agradáveis, outras sem conteúdo e outras que dão vontade de rir. Antes de me espalhar neste comentário gostaria de dizer duas coisas:

Coisa um: a opinião é minha e não é coincidente com todos (felizmente, abaixo os unanimismos)  e com o risco até de nem ser com ninguém, mas como costumo dizer é minha (a opinião) e meu (o espaço), pelo que...
Coisa dois: incluo em (MCS) tudo que bole com opiniões/notícias, neles incluído jornais nacionais, regionais e locais, pasquins, sítios da internet, blogues, facebooks, comentários, etc,etc,etc,.

Ponto prévio lançado, vou ao que aqui me trouxe. Começo com uma notícia no renovado RFXDigital sobre a Coligação Juntos por Guimarães (JpG) e do vereador André Coelho Lima. Segundo o mesmo MCS "o candidato do PSD (...) reclama para si (...) a requalificação (...) de Caldas das Taipas ter sido colocada na agenda política e reafirma que, para a coligação, este é (...) um assunto prioritário, lamentando que a Câmara (...) não tenha conseguido iniciar a obra, em quatro anos. Garante ainda que a nova Avenida da República será uma realidade no próximo mandato."

Outro vereador numa coluna de opinião no mesmo RFXDigital - Ricardo Araújo, reafirma que foi a candidatura JpG à Câmara "bem como (...) à Junta de Caldelas" a defender publicamente "um projeto de requalificação para a Avenida da República e restante Centro Cívico das Taipas". Termina esta sua opinião no RFXDigital esperando que "a discussão pública contribua para que o projeto final saiba articular (...) a renovação (...) com a funcionalidade devida para quem lá vive, trabalha e circula, "pensando nas pessoas em primeiro lugar"".

Lidas a notícia e o artigo de opinião tirei duas conclusões (atenção ao "Coisa um"). Deixando para segundas núpcias o quem é o pai da criança, estou completamente de acordo com a última parte do artigo de opinião de Ricardo Araújo. Apesar do projeto já estar em discussão há muito tempo e ter sido apresentado duas vezes publicamente, deve ser objeto de maior esclarecimento público com informação pormenorizada, mesmo que estas informações atrasem o projeto para além do tempo desejado pelo presidente da Câmara.

Quanto à paternidade da criança, bem, aí achei imensa piada. Será que alguém me vai agradecer, por não ser feito um remedeio na EB 2,3 das Taipas e se fazer uma obra de raíz?

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.





08 fevereiro 2017

473 - O não do Notícias do Café do Tónio.

Como quase sempre, hoje fui tomar o cafézinho ao café do Tónio (é quase como "Vou ali ao pecebelho"). A mulher do Jó estava a sair pelo que deduzi que o Notícias estaria vago pois, àquela hora, apenas o Francisco Matos lá costuma estar mais o Nuno da Aninhas Cartola, mas esses são adeptos do "A Bola". Entrei, pedi o café ao Tónio - uma maneira de ele parar de fazer o sodoku e largar o jornal - e comecei a ler os títulos e algumas notícias que me poderiam interessar.

Constatei duas realidades. Ou melhor, reservo dois assuntos. Melhor ainda, reservo um assunto e um não assunto. 
Assunto: Li que um tribunal condenou a, salvo erro, três anos um presidente de câmara porque, no final do mandato, veio embora da autarquia e trouxe o Ipad que lhe esteve distribuído durante o mandato. Obviamente que o senhor não tinha nada que trazer o equipamento da autarquia, mas condenado a prisão pelo desvio que foi... que faremos a outros.
Não assunto: Procurei a notícia sobre a via estruturante ao Ave Parque e outros empreendimentos anunciados ontem pelo ministro da tutela e pelo primeiro ministro e... nada. No Notícias do Tónio, não tinha a notícia ou então, não era notícia.

Vim para casa e procurei na internet. Algumas notícias sobre o assunto já estavam publicadas com data de ontem e hora não muito tardia. O Notícias não foi ao Entroncamento eventualmente com medo de algum fenómeno. Ou então a notícia não era importante. Bem...

Eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

02 fevereiro 2017

472 - O que ontem era verdade, hoje... continua a ser verdade.


Este excerto foi retirado dum jornal nos finais do último ano, do último quartel do século XX. De repente, e aligeirando as coisa como agora se costuma fazer, apercebi-me que o notícia já vem... do século passado.

De lá para cá as coisas, ou seja o tema que deu origem à opinião escrita, não sofreram evoluções positivas, pois, tanto quando nos é dado aperceber, a cousa bota pró pior e não pró  melhor. 

Melhor dizendo: se naquela altura não poderia dizer-se, e passo a citar, "(...) que a praia fluvial seria possível com a descarga de esgotos a montante" , agora o assunto está pior pois, quase duas décadas volvidas, os sinais de poluição no Ave são denunciados, e vislumbrados, sistematicamente.

Um destes dias fui de bicicleta ao Zéquinha do sr. Júlio comprar umas pantufas. Vim pelo parque, pelo ribeirinho e passei nas obras do Tojal. No fim da rua deparei com este "Aviso". Li e tirei um retrato, até porque achei o painel muito bonito.

Agora pergunto: como se pode criticar escrevendo uma coisa no século passado e agora botar um painel destes? Algo mudou? Não. Apenas a posição do opinador que era "oposição" e agora é poder. 

Termino citando novamente o escrito no século passado: "O lançamento da ideia (...) da praia fluvial aconteceu com fins puramente eleitoralistas". Quem escreveu... lá sabia o que escrevia.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

30 janeiro 2017

471 - (...) Deus escolheu o que é louco.

Foto: Google.
Na Eucaristia de ontem a leitura da Primeira Epístola do Apóstolo S. Paulo aos Coríntios, abordava a escolha de Deus não pelos mais sábios, influentes e bem nascidos, mas pelos que aos olhos do mundo são menos importantes, a fim de que "nenhuma criatura se possa gloriar diante de Deus". 

Todos nós gostamos de gabar os nossos feitos, por mais pequenos que eles sejam e, normalmente, minimizamos os dos outros. É frequente utilizar-se a primeira pessoa do singular dos pronomes pessoais, para nos vangloriarmos de algo que - muitas vezes apenas nós próprios - consideramos um feito.

Mas, mais do que isso, ainda há quem, utilizando a tal primeira pessoa, se arrogue de feitos que nem sequer são seus, mas de outros e, para os quais, o seu contributo foi "ZERO".

Por coincidência a Missa de ontem, entre outros, foi pela Sãozinha do Terrique que celebrava o 7º dia do seu falecimento. Serviu para me lembrar dela e de um amigo comum (que ontem festejou o seu aniversário natalício), que atravessava muitas vezes a loja de bicicletas do S' Joaquim Terrique, para ir ao tanque ver se os furos das câmaras de ar estavam bem remendados. Mas isto são histórias apenas para quem bebeu a água do leão. E histórias daqueles, como dizia S. Paulo, "que nada valem aos olhos do mundo".

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.



25 janeiro 2017

470 - Juntando as peças II (continuação de 468)

Depois da publicação do "468 - Juntando as peças", coloco hoje mais uma notícia publicada em 23 de janeiro de 1985, aquando da inauguração da remodelação das instalações do Jardim Infantil das Caldas das Taipas.

Nesse dia e numa breve conversa com o vice-presidente da Associação, neste breve trecho poderemos ver o que se falava EM 1985  sobre novas instalações para o Jardim Infantil.

Oportunamente (leia-se, quando me apetecer) darei novas peças para este puzzle. Claro que, no final, ainda haverá gentinha que ache que o que aqui aparece é mentira, pois A VERDADE, é apenas o que eles dizem.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

21 janeiro 2017

469 - 1980 e 2016. Nota alguma diferença?

Esta notícia publicada em 28 de agosto de 1980 no Jornal "O Povo de Guimarães" - e por acaso de minha autoria - relatava as comemorações dos 40 anos de elevação a Vila da povoação de Caldas das Taipas.

O envolvimento da população e das coletividades nestas comemorações, parecem-me bem diferentes das, poucas, subsequentes.

Porque será? Porque de uma participação intensa se passou para sessões "solenes" onde o envolvimento foi substituído pelo afrontamento? 

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

12 janeiro 2017

468 - Juntando as peças . . .

Esta figura aqui ao lado foi retirada da propaganda da campanha para as eleições de 1993,  de um dos partidos concorrentes à mesmas.

Claro que isto é apenas parte de uma vasta descrição de realizações de anos anteriores e de intenções para os seguintes, mas serve apenas para começar a juntar peças de um puzzle que alguns remataram/mostraram como lhes interessava mostrar, sem conhecer as peças, nem os processos, nem o puzzle.

Para esses, que podem nem saber do que se trata, apesar de saberem tudo, segue-se um "glossário":
Junta Turismo (funcionamento): r/c-Dtº Edifício da GNR;
Casa do Povo (funcionamento): r/c Esqº Edifício da GNR;
Edifício do Turismo: esta descrição refere-se a todo o Prédio onde funcionava GNR, Turismo, Casa Povo, Escola Primária, Legião Portuguesa, Cantina Pobres e não apenas o r/c-Dtº Edifício da GNR.

Oportunamente deixarei outras peças do puzzle para as pessoas que não sabem destas coisas - apesar de falarem delas como se fossem donos da verdade.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

06 janeiro 2017

467 - Água, pedra, calhau.

Foto: Google.
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

O meu amigo Lima Pereira partilhou na sua página do Facebook, uma publicação com o título acima. Este provérbio faz parte da sabedoria popular e lembro-me dele desde . . . que me lembro. E lembro outros, alguns deles mesmo populares e com alguns erros, como p.e. aquele do "Prato ruim não cai abaixo do louceiro", o "Quanto mais me bates, mais gosto de ti" o "A cavalo dado não se olha ao dente" e ainda o "Vozes de burro não chegam ao céu".

As "relações" da junta de freguesia com a câmara municipal de Guimarães são das coisas mais disparatadas a que tenho assistido neste sessenta e dois anos de vida.
Uma coisa é o reivindicar, com polimento e respeito pelas instituições - no mínimo, congéneres - para que a nossa freguesia tenha o que necessita e que seja, materialmente, possível. (Repare-se que não digo politicamente possível). Outra é estar sempre com quatro pedras na mão, saber que não tem competências materialmente possíveis, para fazer determinadas coisas e que depois, quando elas aparecem, se arvorem em "construtores", quando o não são. Aliás, muitas das vezes, são "obstrutores", apesar de apelidarem os outros de travão e outras merdisses que tais.

Quem tem o trabalho e a chatice de me ler, sabe que não morro de amores pelas últimas juntas da nossa freguesia; e que, ao contrário, simpatizo com o executivo concelhio. Tais - desamores e simpatias - não me impedem de pensar pela minha cabeça. Assim estou à vontade para parafrasear o Almirante Pinheiro de Azevedo, com um ligeiro retoque na sua frase: "Não gosto de ser enganado, é uma coisa que me chateia, pá." E completaria com outra frase sua: "É apenas fumaça".

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.


31 dezembro 2016

466 - Bom ano (não é) para todos.

Foto: Minha tirada ao JN
Hoje pela manhã, como faço habitualmente, fui tomar uma cafezada ao café do Tónio. O Jornal de Notícias, entregue pela manhã pelo Toninho da Cozinheira, estava a ser lido pela mulher do Jó que, depois de o ler, entregou-o à minha mulher. Esta, depois de o ter estudado, deu-mo para passar uma vista d'olhos.

A notícia da foto saltou-me aos olhos, salvo seja, e causou-me estupefação. Uma pipa de massa para nove câmaras todas da mesma cor e as outras, de outras cores, nada, dizia a crónica. Dou - por gostar deste governo - o benefício da dúvida ao critério utilizado. Pode ser critério e pode ser correto, mas que me cheira a esturro, isso cheira.

Depois de ter assistido à Assembleia de Freguesia de ontem e ao tomar conhecimento do que a Câmara de Guimarães já investiu e vai ainda investir no próximo ano, na minha santa terrinha, não posso deixar de manifestar o meu contentamento por termos a Câmara que temos. Olha se o exemplo - a ser verdadeira a notícia - fosse seguido no concelho!

Por falar em AF. Continuamos na mesma. Só conversa fiada para iludir o povão. Continuamos a assistir a asneira em cima de asneira e bota culpas em cima de bota culpas. Admirei o presidente da AF pelo estofo em aguentar tanta verborreia. Então a reta final!!!

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.