Parte II:
.../.. continuação
Mas vamos ao que interessa:
Renegar o passado político dos que nos antecederam, não será um corte com o passado, mas sim um corte na nossa identidade colectiva.
Será que nós somos os maiores – os “special one” – e todos os outros não são/foram nada?
É prática corrente, malhar nos que nos antecederam. Para a maioria, é mais importante dizer o que os outros não fizeram ou – na nossa óptica - fizeram mal, do que dizer o que nós fizemos ou pretendemos fazer.
Na internet, leio comentários que me deixam espantado e aterrorizado. Por vezes, mesmo muitas vezes, penso que ou eu não vivo nas Taipas ou alguns comentadores andaram a dormir estes últimos trinta anos.
Nesses comentários, é prática comum apelidar António Magalhães, como o causador de tudo e mais alguma coisa que, de mau, acontece às Taipas.
Carlos Remísio de Castro, foi o maior entrave ao desenvolvimento da freguesia, tal como, antes dele, o haviam sido Costa e Silva, Domingos Sousa, Porfírio Martinho, Domingos Maia e Mário Dias, para não falar de José Oliveira.
.../.. continua
Foto: Google
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