
Escrevi na passada semana, um parágrafo, sobre a postura da junta de freguesia, na assembleia-geral da Taipas Turitermas. Concluí que essa mesma postura – diferente do habitual – me deixou a pensar que estávamos no Natal.
Assisti ontem à assembleia de freguesia. Concluo agora, que já não é Natal. É ANO VELHO. Junta renovada, mesa totalmente nova, bancadas renovadas, mas quanto ao resto, tudo velho.
O espírito natalício já está arredado dos nossos eleitos. Continua a desconfiança, o atirar pedras, o afrontamento, o esperar ideias e depois não as aceitar. É inaceitável, que a freguesia pague a um Técnico, para elaborar os documentos que o executivo apresenta e defende e depois, esse mesmo executivo, não sabe prestar os esclarecimentos necessários.
Não constar no orçamento para 2010, os custos com a renda da Pensão Vilas – ou pelo menos não se saber em que rubrica estava – é uma falha imperdoável. E aprovar um orçamento, não se aceitando a proposta de adiamento do mesmo – é sinal de prepotência e de eu quero posso e mando.
Afinal, não é Natal.
E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.
Assisti ontem à assembleia de freguesia. Concluo agora, que já não é Natal. É ANO VELHO. Junta renovada, mesa totalmente nova, bancadas renovadas, mas quanto ao resto, tudo velho.
O espírito natalício já está arredado dos nossos eleitos. Continua a desconfiança, o atirar pedras, o afrontamento, o esperar ideias e depois não as aceitar. É inaceitável, que a freguesia pague a um Técnico, para elaborar os documentos que o executivo apresenta e defende e depois, esse mesmo executivo, não sabe prestar os esclarecimentos necessários.
Não constar no orçamento para 2010, os custos com a renda da Pensão Vilas – ou pelo menos não se saber em que rubrica estava – é uma falha imperdoável. E aprovar um orçamento, não se aceitando a proposta de adiamento do mesmo – é sinal de prepotência e de eu quero posso e mando.
Afinal, não é Natal.
E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.