Saiu uma notícia, penso que no fim de semana, no JN sobre a questão de um chefe de Divisão da Câmara Municipal de Guimarães, que teria feito uma proposta na sua qualidade de colaborador da CMG, sobre um ato em que teria participado como interessado. A dita Divisão pertence ao Pelouro da Câmara de que é responsável o Vereador Ricardo Costa. Li na notícia que os partidos da Oposição questionaram a permanência de Ricardo Costa no executivo, ou sobre a confiança que o presidente de Câmara ainda teria no mesmo.
Hoje no Café do Tónio li a notícia que coloco aqui metade. É obrigação das oposições fiscalizarem os atos de quem governa (neste caso do executivo da CMG) e é compreensível pedirem as cabeças dos seus próprios opositores, apesar de saberem que a CMG e até o Pelouro de Ricardo Costa, são demasiado grandes para se pretender que o Vereador controle tudo, ou seja, papel a papel.
Mas o Ricardo Costa é um homem a abater. Tem um Pelouro e uma posição na Câmara que incomodam muita gente. Tem obra feita no executivo. Tem obra feita na Turitermas, no Centro de Dia e no Centro Social. Tem outras ocupações e tem muito trabalho feito que incomodam. Mete ombros ao trabalho e imprime um ritmo que incomoda. Ah! E tem outra coisa. Não é da cidade. É das Caldas das Taipas - que para muitos "é aldeia" - e tem origem numa família humilde e que teve de trabalhar para educar os filhos. E subiu a pulso. E isso incomoda.
Mas, claro que Ricardo Costa não é um Deus, tem os seus defeitos. E um deles foi, no passado, quando o acusaram de intervir no que não interveio (caso swaps/BPI), desistir da queixa, depois do caluniador ter confessado "não ter tido intenção de caluniar e ofender o bom nome e consideração" de Ricardo Costa. Se o Ricardo fosse com o processo p'ra frente, talvez as pessoas tivessem mais cuidado.
E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.


















