19 janeiro 2009

111 - Os cortes orçamentais, mas não só.

Parte IV

.../.. Continuação
E então que dizer do mandato actual? A maioria absoluta do PSD, na campanha e nos primeiros tempos do mandato, usou e abusou da táctica de guerrilha.

Sabemos que nos dois a três primeiros anos, pouco ou nada se faz, para na segunda metade – leia-se mais perto de novo acto eleitoral - se mostrar serviço e acreditar que é pelo mais recente que se analisa o mandato completo.

Mas para já poderemos adiantar que este é o pior dos últimos mandatos, a nível de investimento nas Caldas das Taipas.

Uns culpam a Junta outros a Câmara. Uns dizem que a Câmara tem obrigação de dar e que a Junta deve exigir e reivindicar.
Outros que a Câmara tem de dar com equidade e que as juntas devem contentar-se com o que recebem. Infelizmente, nas campanhas eleitorais, vem sendo habitual os partidos prometerem o que não podem cumprir. Sem o mínimo de cuidado, até prometem fazer filhos em mulher alheia. Parecendo desconhecer que se têm de cingir aos benefícios da Lei das autarquias, prometem mundos e fundos, a contar que o poder Central ou Local, lhes dê o que eles próprios prometeram, sem saber se seria exequível ou não.

E então é assistir em fugas para a frente, culpando tudo e todos dos males que a todos acontecem. Pedra de um lado e calhau de outro, prejudica-se toda uma população, que se vê privada de investimento.


Mas a mim o que mais me incomoda, no meio de tudo isto, é a prepotência e arrogância de alguns eleitos. Já o escrevi várias vezes: Os eleitos devem agradecer-nos por os colocarmos no poder e não fazerem aquela cara de vítima, como se estivessem lá por sacrifício e não por prazer – para não dizer outra coisa.

Fotos: Arquivo pessoal.

.../.. Conclusão

11 janeiro 2009

110 - Os cortes orçamentais, mas não só.

Parte III:
.../.. continuação

Em contraponto, outros defendem o endeusamento daqueles que, pelo mandato que lhes é conferido, fazem algo pelas populações. Temos de ter presente que é uma obrigação dos eleitos, zelar pelos eleitores (repare-se que eu escrevo “eleitores” e não “seus eleitores”).
E então, tentam passar a mensagem de António Magalhães, como o grande patrocinador do desenvolvimento taipense e Carlos Remísio de Castro, como um lutador e um defensor dos interesses da Vila, um negociador nato e discreto, nos corredores do poder.

Quem conhece as Taipas desde sempre, ou nos seus últimos trinta anos, não pode ser honesto, se afirmar que nas Taipas nada se fez.
É perfeitamente aceite e razoável, que mais coisas poderiam ser feitas, mas, daí até se dizer que nada foi feito, vai uma grande distância, para não dizer, desonestidade.
Poderemos não gostar de António Magalhães ou da sua maneira de actuar e poderemos contestar a política de Carlos Remísio de Castro e até dizer que nos seus mandatos, foi demasiado benévolo com o poder municipal. Agora só quem quer ser cego, pode afirmar que não vê qualquer obra nos seus mandatos.

Foto: Reflexo Digital.

.../.. (continua).

05 janeiro 2009

109 - Os cortes orçamentais, mas não só.

Parte II:
.../.. continuação

Mas vamos ao que interessa:

Renegar o passado político dos que nos antecederam, não será um corte com o passado, mas sim um corte na nossa identidade colectiva.
Será que nós somos os maiores – os “special one” – e todos os outros não são/foram nada?

É prática corrente, malhar nos que nos antecederam. Para a maioria, é mais importante dizer o que os outros não fizeram ou – na nossa óptica - fizeram mal, do que dizer o que nós fizemos ou pretendemos fazer.
Na internet, leio comentários que me deixam espantado e aterrorizado. Por vezes, mesmo muitas vezes, penso que ou eu não vivo nas Taipas ou alguns comentadores andaram a dormir estes últimos trinta anos.

Nesses comentários, é prática comum apelidar António Magalhães, como o causador de tudo e mais alguma coisa que, de mau, acontece às Taipas.
Carlos Remísio de Castro, foi o maior entrave ao desenvolvimento da freguesia, tal como, antes dele, o haviam sido Costa e Silva, Domingos Sousa, Porfírio Martinho, Domingos Maia e Mário Dias, para não falar de José Oliveira.

.../.. continua
Foto: Google

30 dezembro 2008

108 - Os cortes orçamentais, mas não só.

Parte I:

Porque o Dezembro tem apenas trinta e um dias, o ano está a acabar. Acabado o 2008, todos esperam o seguinte, uns com um pessimismo exacerbado – pois o partido assim manda – outros com um exacerbado optimismo – pois o partido assim manda – e outros expectantes – pois não têm partido para lhes dar ordens.

Incluo-me, gostosamente, no lote dos últimos que, não me custa acreditar se assim mo disseram, será a maioria. Expectante que, apesar dos evidentes sintomas em contrário, o 2009 não seja tão difícil como o querem prever.

Neste corte com o ano velho e os braços abertos ao novo ano, fazem lembrar-me, os agora na moda, cortes com o passado.
Vamos inovar, vamos despertar, vamos mudar, vamos ser diferentes. Uma panóplia de afirmações, frases ou adjectivos, usados por todos os que querem dizer que tudo no e do passado é mau.

Não comungo minimamente com essas ideias. O passado não é mau, é apenas passado. Renegar o passado, será renegar os nossos avós, os nossos pais e os nossos amigos que, de uma forma ou de outra, são do passado. Ora, esta negação, é algo a que me recuso terminantemente.

.../.. Continua
Foto: Google.

23 dezembro 2008

107 - Bom Natal


Morte prematura do justo e longa vida do ímpio

O justo, ainda que morra prematuramente, terá repouso.
A velhice respeitável não consiste numa vida longa, nem se mede pelo número de anos. Para o homem, o valor dos cabelos brancos está na prudência e a verdadeira longevidade é a vida sem mancha.
O justo agradou a Deus e foi por ele amado; e, porque vivia no meio dos pecadores, foi por Ele levado deste mundo. Foi arrebatado para que a malícia não lhe mudasse os sentimentos e a astúcia não lhe seduzisse a alma. Porque a fascinação do mal obscurece o bem e a vertigem das paixões perverte uma mente sem maldade.
Chegado à perfeição em pouco tempo, o justo completou uma longa carreira. A sua vida era agradável ao Senhor, por isso Ele se apressou em tirá-lo do meio do mal.
Os povos viram, mas não compreenderam, nem reflectiram neste facto: a graça e a misericórdia de Deus são para os seus eleitos, a protecção de Deus é para os seus Santos.
O justo que morre condena os ímpios que sobrevivem; e o jovem, que em pouco tempo chega à perfeição, condena a longa vida do pecador.

Livro da Sabedoria – I A sabedoria e o destino do homem.

05 dezembro 2008

106 - Começou a campanha?







Ricardo Costa, jovem bancário das Taipas, assumiu-se como candidato às próximas eleições autárquicas.

De momento é o único candidato conhecido. Já colocou um placard no centro da Vila, de grandes proporções, metendo num bolso, em tamanho e mensagem, qualquer placard das eleições anteriores.

Diz Paulo Sousa na sua semanada, que “…tanta grandiosidade continua órfã daquilo que realmente interessa, que são algumas ideias programáticas de partida com as quais se pretendem colmatar as “necessidades prementes” de que fala Ricardo Costa.”

Não conheço o Ricardo “desde sempre” pois não é da minha geração, mas nos contactos que temos mantido, há alguns anos a esta parte, quer de amizade quer profissionais, parece-me uma pessoa interessada, metódica e que sabe o que quer.

Obviamente, a candidatura do Ricardo, terá mais trunfos que a anterior do PS. Para mim há dois fundamentais:
Enquanto que Zé Luís foi “empurrado” a cerca de quatro meses das eleições, Ricardo aceita avançar a mais de um ano das mesmas;
Enquanto que a candidatura do Zé Luís tinha o desgaste do poder do Partido Socialista nas Taipas, Ricardo tem a seu favor as promessas não cumpridas, do actual mandato Social-democrata.

Estamos na partida e enquanto não obtivermos o programa do Ricardo e dos outros e enquanto não conhecermos os elementos das listas, não se podem emitir grandes opiniões. No entanto, sejam quem for os outros candidatos, o Ricardo será um nome a ter em conta. De momento está a mostrar uma grande capacidade de mobilização e uma dinâmica, a que não estávamos habituados.

No entanto estamos nas Taipas. Ainda um dia destes, um amigo me deixou estupefacto, mas é capaz de ter razão, porque nós por cá, medimos as capacidades de uma maneira esquisita. Dizia-me ele que “… se o Toni Carreira não vier ao S. Pedro, o Ricardo ganha.”
A colher, esta observação, então a teoria de que "o povo o que quer é festas", estará a funcionar.

Entretanto vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.
FotoS: RFX e arquivo pessoal.

21 novembro 2008

105 - Acabou a porcaria?


No passado dia 5, publicava três fotografias neste blogue e questionava-me se uma imagem valeria mais que mil palavras.
Aquele aparato nojento eram as águas da conduta, que seria suposto “desaguar” na estação de tratamento. Todavia estavam a fazê-lo, pelo menos a partir do dia 2 de Novembro, debaixo da nossa ponte.

Ontem de manhã ao passar para o trabalho, vi um camião estranho junto à ponte. Hoje – e porque sou um cidadão interessado e não porque me “dão informações" – parei e fui ver o local. Tampa no sítio e os esgotos seguiam em direcção à estação de tratamento.

Problema resolvido portanto. O atentado ambiental, neste local, estava reparado. Que outros não surjam, pelo menos a montante da ponte. A jusante, demorará o seu tempo.

Ah e para que conste, não estou minimamente preocupado se foi por pedido da junta ou cunha do Ricardo Costa.

"penúltimo parágrafo modificado às 15H00"

18 novembro 2008

104 - A guerra continua.

Em 12 de Abril de 2008, questionava-me se teríamos chegado
ao fim de uma guerra.

Infelizmente tal não aconteceu. A guerra continua entre o Governo na pessoa da Ministra da Educação e os Professores, na pessoa de Mário Nogueira.

Parece que estamos numa guerra entre duas pessoas, dois partidos, duas instituições e professores/política governamental.

Todavia todos os portugueses estão a ser envolvidos nesta guerra. Uns que estão contra, outros a favor e os que se abstêm.

Esta guerra está a prejudicar o país e a descredibilizar os beligerantes.

Não será tempo dos Professores e a política se entenderem e deixarem de prejudicar todos aqueles que, directamente, não estão implicados no assunto?

Ou será que teremos de ser nós a EXIGIR que eles se entendam? Sim, porque o país não é só Mário Nogueira e Ministra.

Entretanto vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando

13 novembro 2008

103 - Convívio dos Netos do Avô Vilas


Pois é, pelo 16º Ano, foi possível reunir a família do filho mais novo do Avô Francisco.
Neste ano comemoramos os 98 anos de nascimento de nosso Pai, Avô e Bisavô.
É com muita alegria que, dezasseis anos após o seu falecimento, ainda nos reunimos em seu nome.
O meu obrigado a toda a Família, por mais esta manifestação de amizade e união.

06 novembro 2008

103 – O funcionamento dos órgãos autárquicos.

O cidadão comum, nos quais me incluo, não é parvo nem engole tudo aquilo que lhe querem impingir. Pode é – como acontece comigo muitas vezes – fazer de conta que não percebe. Mas quando o que nos querem fazer engolir é demasiado indigesto, temos de rejeitar a oferta que nos fazem.

Parte desta introdução, tem a ver com as actividades da freguesia. Hoje, na era da electrónica e das nets tudo é acessível, desde que as pessoas tenham a maçada de consultar os locais indicados.

É sobejamente conhecida de todos, a Lei que estabelece as competências e o regime jurídico dos órgãos das freguesias. Também me parece líquido, que os regulamentos ou regimentos, não podem contrariar a Lei, mas serão, eventualmente, um complemento da mesma.

A alguns cidadãos poderá parecer menos dignificante, que a Lei estabeleça, que compete à junta gerir, conservar e promover a limpeza de balneários, lavadouros e sanitários públicos e a reparação de chafarizes e fontanários – a Lei diz gerir e promover, não fazer.

A outros parece-lhes mal que, sendo a junta um órgão colegial – logo as suas decisões são por maioria - se faça representar nas sessões da assembleia pelo presidente, tendo os vogais o dever de assistir às mesmas, sendo-lhes apenas facultado intervir nos debates a solicitação do plenário ou com a anuência do presidente da junta – e, claro, na defesa da honra.

A mim causa-me alguma estranheza dizer na Lei, que os órgãos executivos colegiais têm de realizar, pelo menos, uma reunião pública mensal, às quais deve ser dada publicidade, com uma antecedência de, pelo menos, dois dias úteis sobre a data das mesmas. Sendo obrigatório uma reunião pública mensal e dar publicidade à mesma, parece-me que o legislador entendeu, que estas reuniões são do interesse dos cidadãos eleitores.
Assim sendo, não seria correcto fazê-las a horas que os eleitores pudessem assistir?

Entretanto vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.
Fotografia de: Roteiro Turístico das Taipas

05 novembro 2008

102 - Valerá?

Vale mais uma imagem do que mil palavras...

Caldas das Taipas, aos 5 de Novembro do ano de 2008.









29 outubro 2008

101 – As notícias mais que os Títulos.

No meu “mandar postas de pescada” de 15 de Outubro, referi-me aos títulos de algumas notícias que, por vezes, ferem os olhos ou os ouvidos de quem os lê/ouve.
Para quem diariamente passa os olhos pela imprensa, também fica incomodado com muitas coisas, abismado com bastantes, passado com algumas e é obrigado a uma reflexão com outras.

Sem querer ser exemplo de nada e sem querer que se leia algo nas entrelinhas – como muitos fazem questão - no JN de ontem, vinham duas notícias, que se podem enquadrar perfeitamente, nos estados de espírito relatados no parágrafo anterior.
Sobre o dinheiro, que os partidos políticos vão receber do Estado, ou seja nosso. E também sobre a forma como se GASTA., o referido dinheiro.

Chegou-se a um ponto, neste País, em que cada vez há mais portugueses de primeira e outras de segunda, ou menos. Paira no ar, um sentimento de impunidade e arrogância, em que cada um, pensa que pode fazer tudo que lhe apetece, sem prestar contas a nada nem a ninguém.

Rogério Leite da Silva, no RFX Digital, escreve uma crónica opinião interessante, sobretudo se tivermos em linha de conta, que é escrita pelo numero dois da CDU e de Cândido Capela Dias, às últimas eleições.

Ah e para provar que sou um cidadão atento e interessado e que não preciso de informações privilegiadas, antes porque as procuro, ontem quando passei ao final da tarde, pela Junta de Freguesia, vi uma informação, que a reunião pública de Junta, é no próximo dia 30. E hoje, às oito da manhã, ainda era.

Entretanto vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

23 outubro 2008

100 - Blogue Vilas das Taipas

No próximo dia 25 este blogue faz dois anos. Esta postagem é a centésima. Comecei este blog falando nos Vilas das Taipas, nomeadamente no Avô Francisco nos seus dois filhos e nos descendentes destes.
Nas seguintes as minhas divagações são mais generalistas e vou escrevendo, não sobre os Vilas, mas sobre a Vila, que nos viu nascer e nos acolhe.
Neste “centenário” teria de lembrar os Vilas. Especialmente da saudade de meu Pai, minha Mãe e do Tó. São os ausentes que não mais regressarão.
Mas temos de olhar para o futuro. E ele está nos nossos filhos. Uns mais presentes, outros ausentes, mas uma ausência provisória.
No meu Pai e nos meus filhos, deixem-me desejar a todos os Vilas das Taipas, o melhor dos mundos.

15 outubro 2008

99 - Os títulos das notícias.


O Reflexo Digital relatou a última assembleia de freguesia, num artigo assinado por Henrique Cunha. Pelo jornal, foi considerada como a parte mais importante da notícia e com ele o titularam: “Junta surpreendida com anúncio de obra feito pelo PS”.
Se este título parece não ter causado problema aos leitores, outro tanto já não se passou com o relato da reunião de câmara, que lhe esteve subjacente e assinado pelo Paulo Dumas com o título “Vereadores negam compromisso com Ricardo Costa”.

Para muitas pessoas – por acaso para mim não – o facto mais importante da assembleia teria sido a promessa do PS e a indignação do PSD. Logo, não restaria ao Paulo Sousa, outro título mais chamativo que este, para a reunião de câmara. É secundário a promessa feita ao Reitor e/ou à Comissão Fabriqueira, porque não foi este o desagrado manifestado no artigo anterior.

E para escolher este título ou o seu lead, nem preciso seria escalpelizar o “Quê? Quem? Quando? Onde? Como? E porquê?” das regras jornalísticas, pois se o enfoque da notícia primeira tinha sido a promessa ao PS, obrigatoriamente o desmentido – que foi isso mesmo, um desmentido – teria ele também de ser o título da notícia seguinte.

Pelo algum tempo que passei n(a)o Reflexo, tenho um ligeiro conhecimento das suas orientações editoriais. E embora os digitais, pela celeridade da publicação, não permitam mastigar as notícias, da mesma forma que as mensais do papel, estou em crer que o critério do interesse jornalístico, titulado pelo Paulo, foi o correcto.

09 outubro 2008

98 – Taipas agitada com as politiquices.




Por muito que queiramos não podemos ficar indiferentes. Lendo o relato do Reflexo Digital, sobre a última assembleia de Freguesia, constatamos que este Órgão que deveria ser deliberativo e fiscalizador da actividade da junta sê-lo-á, mas é acima de tudo, uma feira de vaidades e de ataques a tudo que mexe.
Membros da assembleia e da junta, disputam entre si, qual o que consegue atacar ou descobrir melhor, os podres do outro.
Depois de alguns pormenores do relato, podemos chegar a uma constatação: Os nossos deuses devem estar loucos.

Ricardo Costa, indicado como cabeça de lista pelo PS, que em entrevista a uma rádio de Guimarães, se insurgiu contra as obras avulsas, pelos vistos conseguiu uma;

O presidente da junta mais o seu partido de apoio, que desde a cidade se insurgem contra o representante do presidente da Turitermas não ser o próprio, agora quer vender as Termas a um privado.

O que pretendem os nossos representantes com estas manobras de diversão? Parece a história do "chama-lhe antes que te chame a ti."

Não fossem estas brincadeiras lesivas para o interesse das Taipas e para a credibilização dos Órgãos autárquicos e estariamos todos a rir a bandeiras despregadas.

O cidadão comum, com estes relatos, pode tirar algumas ilações no mínimo engraçadas:

  • Tenho uma obra para aprovar na Câmara. Vou falar com a oposição para ver o andamento da mesma;
  • Tenho um investidor que quer comprar determinado equipamento. Vou atacar o seu modo de funcionamento, digo que deve pertencer à freguesia.
  • Quero ser convidado para uma determinada inauguração dum equipamento importante. Devo denegrir o mesmo e esvaziar a sua importância.

Neste filme da última assembleia, ficam muito mal os membros da junta, que demonstraram à saciedade que não se sabe quem manda e a oposição que não quer medidas avulsas e faz um disparate deste tamanho.

Afinal o Ave Parque é ou não importante? Afinal o Ave Parque é ou não uma mais valia para as Taipas?

Quanto aos convites para a inauguração o presidente da nossa Junta deve pedir o apoio a Mesquita Machado. Também este, presidente duma autarquia vizinha, não foi convidado.

E o investidor para a Turitermas? Se - e digo SE - houver investidor e a Câmara vendesse a sua participação o equipamento já seria das Taipas, como tanto se reclama? E a junta de Freguesia seria a presidente do Conselho de Administração? Ora, deixemo-nos de brincadeiras. As únicas pessoas que ficariam a ganhar, além da Câmara, seriam os pequenos accionistas, entre eles eu, que venderiam os seus títulos.

Ah e para já, ainda não tomei qualquer decisão sobre a minha participação nas próximas eleições. Está tudo em aberto. E entretanto . . .

. . . vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.
Fotografias de: Roteiro Turistico das Taipas

03 outubro 2008

97 - O Ave Parque e as politiquices...


No jornal Público da passada quarta-feira, vinha uma notícia na página quatro, que me chamou a atenção. O presidente da assembleia municipal de Vila do Conde, foi alvo de uma queixa à IGAT, por parte do único deputado da CDU, pelo facto de “… suprimir a sessão daquele órgão autárquico que, nos termos da lei, teria de ser realizada em Setembro.”
O visado esclareceu que fez “…uma pequena violação da lei” tendo ressalvado, que “… a razão que lhe está subjacente é de maior interesse que a realização da assembleia”.
Comenta a CDU que a decisão se reveste de particular gravidade, dado ser assumida por um jurista.
Ficamos todos a saber que a violação da Lei, sendo pequena, não é violação.

Saiu o Reflexo. No editorial Alfredo Jorge Oliveira, numa atitude que só o dignifica entendeu, sem a isso estar obrigado, que deveria escrever que entre as personalidades que estão de parabéns com a inauguração do AvePark, “… um desses nomes é naturalmente e com mérito, Remísio Castro”.
Noutro artigo de opinião José Luís Oliveira escreve sobre o mesmo assunto e deixa “… um elogio e agradecimento públicos (…) ao maior responsável pela realização e concretização…” do AvePark, que, no seu entender è Carlos Remísio.
Noutro artigo de opinião o Vereador da câmara de Guimarães, Vítor Ferreira, acusa o mesmo Carlos Remísio de Castro de não ter “… endereçado um convite ao actual presidente da junta de freguesia…”

A notícia do Público é para quem a entender.

Sobre o que escreveram o Jorge e o Zé Luís, para mim, outra coisa não seria de esperar dos dois. O primeiro pela honestidade intelectual e sentido de serviço, que tem prestado ao longo destes anos no Reflexo e, nele, às Caldas das Taipas.

Quanto ao Zé Luís uma vez mais deu “um tiro no pé”. Já devias ter aprendido, que na politiquice das Taipas (só das Taipas ?) quando alguém anda por baixo, devemos todos saltar-lhe em cima. A tua função seria a de atacar o engenheiro com qualquer coisa colateral, por exemplo não ter convidado A, B, ou C, para a Festa, mesmo aqueles que nunca acreditaram no projecto e sempre disseram que não traria alguma mais valia para as Taipas. Já devias ter aprendido que "politiquice" e honestidade não andam propriamente de mãos dadas.

Quanto ao tema do vereador, como não é de cá, acredito que o seu artigo é pelo que ouve dizer, por isso . . . vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.
oo
Fotografias gentilmente cedidas pelo google.

22 setembro 2008

96 - Assembleia de Freguesia

Vai reunir na próxima semana, dia 30 de Setembro a Assembleia de Freguesia.

Será a primeira reunião dos nossos representantes, no período pós discussão do tão famigerada inquérito - que parece toda a gente ter dúvidas sobre o que será.

Também é a primeira reunião, depois da concentração motard, depois do anúncio da não recandidatura do José Luis a presidente de junta, depois da inauguração oficial do Ave Parque e depois do anúncio de Ricardo Costa, como cabeça de lista pelo PS, às próximas eleições

Com estes assuntos, é de prever que a assembleia seja agitada pois, os nossos representantes, adoram estas quezilices - à falta de melhor - e fervem em pouca água.

E, passados que vão quase três anos de mandato, também é possivel que se comece a analisar as obras feitas pelo executivo.

Enfim, condimentos para mais uma maratona a prolongar-se pela noite dentro, como é do agrado do presidente do Órgão fiscalizador da actividade da junta.

Foto de Google

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

13 setembro 2008

95 - Não será tempo de dizer basta!


Nunca falei com o senhor vereador Rui Vítor Costa e penso mesmo, que apenas estive no mesmo espaço físico, por uma vez e na Escola EB-2,3 das Caldas das Taipas, a assistir à apresentação dos candidatos do PSD a presidentes de Junta das Vilas do concelho.
Foto retirada de RFXDigital.
Leio e oiço algumas das suas intervenções quando relacionadas com as Taipas. Foi o caso destes dias, ao ler no Reflexo Digital que, numa reunião de Câmara, “…O vereador do PSD entende que deverá existir diálogo entre a Câmara de Guimarães e a Junta de Freguesia de Caldelas a este respeito e que o presidente da Câmara deverá ouvir o presidente da Junta.”

O senhor Vereador tem razão. Mas o diálogo, não deve existir apenas para a questão da concentração motard. Ele deve existir sempre, pois já fomos prejudicados de mais com estas bizarrices. A impertinência de órgãos autárquicos, ou antes, de pessoas que os integram, tem sido das coisas mais desqualificadas que nos tem acontecido.

Já chega de tanta prepotência – para não aplicar outro adjectivo - e tanto prejudicar uma população, por atritos e quezílias sem nexo. Estamos nos lugares de decisão, com a missão de velar pelas populações e não, servindo-nos dos lugares, demonstrar a nossa prepotência e falta de civismo.

Ah e a carapuça, é para quem servir. Para muitos, por sinal.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

10 setembro 2008

94 - A verdadeira treta.


Li no Público Digital que "António Feio e José Pedro Gomes voltam a juntar-se em palco para um espectáculo de chorar a rir. (...) Para (...) a dupla humorística (...) qualquer pretexto é o ideal para falar, falar, falar... de tudo e mais alguma coisa. (...) Desta vez, Toni e Zezé vão levantar dinheiro ao multibanco. Não podia haver melhor pretexto para falar do preço do petróleo, do aumento de juros, da saúde, da educação e das operações plásticas. Conversa puxa conversa. Neste caso, conversa da treta porque os dois homens pertencem à espécie do Chico-Espertus Lusitanus. Ou seja, ainda muito longe de estar em vias de extinção."
"In Público Digital - texto e foto"

Com a devida vénia retiro do texto algumas frases:

"Qualquer pretexto é o ideal para falar, falar, falar... de tudo e mais alguma coisa".
"Vão levantar dinheiro".
"Conversa puxa conversa".
""Homens pertencem à espécie do "Chico-Espertus Lusitanus"".

Engraçado como um espectáculo de chorar a rir, tem tantas parecenças com o nosso quotidiano. A diferença é que, no quotidiano, é de chorar a chorar e não a rir.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

02 setembro 2008

93 - Pois é . . .

Na página do Editorial do Jornal REFLEXO de Setembro, o Director e meu particular Amigo Alfredo Jorge Oliveira, teve a gentileza de me citar por algo que escrevi no jornal há 10 anos (N.º 29 - Setembro / Outubro 1998).

Por curiosidade li o texto constante desse Pirómetro, páginas 16 e 17 e não resisto a partilhar um excerto:

"O presidente da Junta, (...) ataca algumas atitudes, decisões e indecisões da Câmara. É (...) o problema dos cheiros do Ribeirinho. É o Parque (...) continuar ao abandono. É a falta de interesse da Câmara em descentralizar competências. É a não limpeza e tratamento dos jardins. É a drenagem das águas pluviais a montante da praia fluvial. É o saneamento de S. João de Ponte a cair na praia fluvial. (...) Outras coisas haverá (há) de que o presidente não fala. Que se passa entre a Câmara e a autarquia? Porquê tanta passividade da Câmara? Porquê tanta passividade da Junta? Porquê tanto gozar os Taipenses? Impõe-se uma conjugação de esforços concertada."

Este comentário no Pirómetro, foi em consequência de uma entrevista do presidente da Junta, em que ele se queixava destes assuntos.

O que pensava naquela altura, continuo a pensar agora. Só com acções concertadas entre Câmara e Junta, se pode fazer algo pelas Taipas.

A olhar constantemente para o nosso umbigo, não defendemos o bem comum. Apenas prejudicamos toda uma população.

E eu, vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

20 agosto 2008

92 - Nas Taipas, continua a confusão.

O membro da AF, Candido Capela Dias, comenta no seu blogue, a entrevista do presidente da nossa junta, ao Jornal Reflexo.

Confesso que estava a ficar preocupado, por não estar a perceber o que se está a passar, mas agora fiquei mais descansado. Se um membro da assembleia, não percebe, afinal a ignorância não é minha, as coisas é que estão mesmo confusas.

Mas convém esclarecer não só os membros da assembleia, mas também os simples eleitores, do que se está a passar, ou não.

Há um jogo de palavras, suspeitas e meias verdades, que em nada abonam, não as pessoas que fazem as afirmações, mas a instituição que representam.

E eu, vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

08 agosto 2008

91 - Período de Férias



O mês de Agosto é, por excelência - para quem as pode ter - o mês das Férias. Quem as tem, e se nem todos se podem deslocar para fora do seu local de residência, podem, pelo menos descansar e retemperar forças, para mais um ano de trabalho.


Desejo a todos os Vilas umas boas férias, muito descanso e muita saúde. Estes votos são extensivos a todos os amigos e a todos aqueles que passam os olhos pelo blogue.


Para aqueles que, pelas funções que exercem, devem zelar pelo bem estar dos cidadãos, desejo que descansem e que, acima de tudo, tenham atitudes airosas e frescas e que se lembrem, que os locais de passagem efémera que ocupam, são para trabalhar no bem comum e não para olharem para o seu umbigo, para não dizer, seus interesses.

Por sugestão de várias famílias - mentira - deixo mais duas fotos do ano de 1980.
A primeira é do Circuito da Costa Verde, em Vila do Conde, da zona do "S" e a segunda, é no Parque da Ex-Junta de Turismo, com alguns dos - muitos - apoiantes, que me permitiram a loucura e alegria de participar em algo, que nunca tinha achado possível.
Boas Férias e
E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

01 agosto 2008

90 - Andam todos a gozar o Zé Pagante.


Numa crónica com alguns reflexos atrás, o meu amigo Alfredo Jorge Oliveira – daqui te envio os votos de um rápido restabelecimento e um pedido de desculpas por não te visitar – dava nota da sua indignação(?), por um placard colocado na rotunda do Pinheiral, apelar aos automobilistas, que utilizassem a A11 nas suas deslocações Braga – Guimarães e vice-versa, mostrando uma foto com o trânsito fluído na referida AE e os engarrafamentos da velhinha EN 101.

Por razões profissionais, ultimamente tenho utilizado a A7 desde Guimarães até ao nó da A28/IC1 e vice-versa. Como é óbvio, esta utilização da infra-estrutura é devidamente onerada – a peso de ouro, dizem alguns.

Acontece, porém, que a concessionária da referida via, não tem os cuidados e o respeito devido, pelos seus utilizadores e público em geral. No seu início, as portagens para a via verde ao meio e não no habitual lado esquerdo, dá azo a algumas confusões. Depois sensivelmente a meio do percurso, quase a chegar a Famalicão há duas placas informativas, nas quais, parte do que se pretendia fosse informação, está tapado com a colocação á sua frente de uns sinais de curva perigosa, não sendo legível a informação.

Hoje detectei uma outra falta de consideração. Porque vinha com cerca de 50 minutos de adianto, em relação ao horário habitual, resolvi vir pela estrada nacional e assim poupar os três euros e tal. Porém, depois de passar o citado nó (A28/IC 1 – A11), vim mesmo pela auto-estrada, pois as indicações alternativas à mesma, eram de tal forma pequenas e sem identificação legível FAMALICÃO EN 206, que quando dei por mim, já tinha circulado os pouco mais de mil metros, que me obrigariam a pagar esse percurso.

Já me tinham dito que em algumas zonas do País, nas AE’s com chamadas portagens virtuais – aquelas em que o utilizador não paga, pagamos todos – também a sua indicação era difusa, de modo a ter pouca utilização. No caso do percurso Vila do Conde – Famalicão, a informação pela EN 206, é mesmo para o pobão não ver.
E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

25 julho 2008

89 - Taipas agitada com a política - Conclusão

…/.. (continuação)

Sobre o inquérito que estará a decorrer na Junta, pouco ou nada se sabe, excepto as notícias veiculadas pelo Reflexo Digital.
Nele, escreve-se que “…Capela Dias interpelou (…) a fiabilidade das contas apresentadas, questionando (…) os procedimentos internos da junta na gestão dos dinheiros e emissão de recibos.” Mais adiante, o narrador diz-nos que “… Armando Marques, confirmou, (…) que está a decorrer um inquérito interno, e (…) este terá a ver com situações (…) de dinheiros e emissão de recibos.” A terminar o relato, o meu amigo Henrique, escreve que este inquérito é “… uma matéria tão delicada que pode pôr em causa o bom-nome de pessoal interno da junta de freguesia.”

Não estive presente na Assembleia e nos blogs identificados que costumo ler, (JSD Taipas, PCP Taipas e Vermelho Vivo) nada transparece. Apenas o anónimo Igreja Velha, goza com o tema mas, devido ao seu anonimato, não podemos ter em consideração as suas citações.

A insistência como o respeitável membro da Assembleia e Economista Cândido Capela Dias, - e continuando a citar o RFX Digital – “ interpelou várias vezes a junta se esta poderia garantir a fiabilidade das contas apresentadas, (…) os procedimentos internos (…) na gestão dos dinheiros e emissão de recibos.” desperta a minha curiosidade. Se estas questões, fossem colocadas por algum novato na política, consideraria mais um desvario de juventude. Mas, o interlocutor, é exactamente o oposto.

O tesoureiro da Junta, “…causando a grande estupefacção da noite (…) confirmou (…) um inquérito (…) a ver com situações menos claras no manuseamento de dinheiros e emissão de recibos.” (in RFX Digital). Armando Marques, não é nenhum novato na política, nem na vida associativa. Membro destacado do PSD e com passagens em diversas associações, como o Clube Caçadores das Taipas, Vitória Sport Clube, Bombeiros Voluntários das Taipas e, agora, principal responsável dos Rotários, tem traquejo suficiente para saber o que pode ou não dizer, publicamente.

As perguntas de Cândido Capela Dias e as respostas de Armando Marques, para alguém mais atento, podem ter um significado e um objectivo. Que cada um, se quiser, o identifique.

No entanto uma questão se me coloca. Não sei o que é pessoal interno, se são os eleitos ou os funcionários da junta. Se são os funcionários, podemos estar descansados que são gente séria e honesta. Alguns – como por exemplo a minha amiga Arminda e a “Rosinha da junta” – com muitos anos de casa e de serviço com muitos executivos. Se for por aí, penso que nada teremos a temer.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.. . .

…/.. conclusão

18 julho 2008

88 - Taipas agitada com as políticas - Parte II

…/.. (continuação)

Após a tomada de posse, foi fácil verificar que o estilo a imprimir às Assembleias, seria diferente do mandato anterior. Se neste era notório o agastamento entre os presidentes da Assembleia e da Junta, mas, normalmente, sem atingir o insulto, agora o estilo passou a ser diferente. A ironia, por vezes irritante para o adversário, do anterior presidente, foi substituída pelo ataque e contra-ataque, a atingir muitas vezes o insulto puro e simples.

Estas questiúnculas e picardias que observei, neste mandato, nas primeiras Assembleias de Freguesia e devido ao nível a que as mesmas chegaram, fizeram com que deixasse de assistir às mesmas, ao fim de tantos e tantos anos de participação ininterrupta. Neste último ano, ainda tentei, por duas vezes, voltar, mas já não tenho idade, nem tempo para ouvir certas coisas, que nada têm a ver com política e serviço público. Há afirmações que chegam mesmo a violentar a nossa inteligência.

O anúncio da não candidatura do Zé Luís, como já disse, não foi novidade para mim. Para mim, a surpresa foi ele não ter pedido a suspensão do mandato ou mesmo a renúncia, depois de ter ouvido tantas atoardas em relação a si e à sua Lista. Por vezes questiono-me, se as pessoas são limitadas ou se fazem (tentam fazer) dos outros parvos.

Vou referir-me (por agora) apenas a dois casos concretos: O papel da oposição e a Taipas Turitermas. Não vou discutir se a Câmara de Guimarães é prepotente ou não. Isso ficará para outras ocasiões. Pretendo apenas, ver as coisas, como elas efectivamente são.

Ponto 1 – A Freguesia precisa da Câmara para funcionar? A oposição deve ajudar o executivo a trazer benesses para as Taipas? Se sim, a ambas as questões, pergunto: Porque há-de a oposição defender a Freguesia junto da Câmara, quando o Órgão executivo, esquecendo o seu objectivo, hostiliza a Câmara continuamente?

Ponto 2 – Taipas Turitermas. Em relação a esta Cooperativa, já aquando da sua composição - e enquanto outros agora preocupados, na altura nada disseram - teci as minhas críticas sobre a forma como o património das ex-Juntas de Turismo foi alienado. Infelizmente, passou para as Câmaras. Agora pergunto: Sendo a Câmara – não está em questão se bem ou mal – a accionista maioritária da Cooperativa e pelos Estatutos da mesma, a presidente da Direcção, porque carga de água, é que deveria indicar para seu representante, alguém que não mereça a sua confiança política?

.../... (continua)