02 abril 2015

420 - Avé, ó Parque.

Foto: RFXDigital
Assisti na passada semana, no magnífico Centro Pastoral das Taipas, à Discussão Pública da possibilidade de criação de um novo/renovado acesso ao Ave Park. Com o Auditório cheio, faria lembrar a Missa do Mei'Dia não fora a quantidade de caras estranhas àquele Ato Litúrgico, bem como a falta do Reitor a presidir, assim como os comentários e gritos de alguns presentes.

Antes de tecer qualquer comentário sobre o dito "Ato" - que, eventualmente, se desdobrará para além desta época Quaresmal - louvo a iniciativa da CMG nesta discussão pública, onde os cidadãos menos informados - ou com falta de acesso a espaços privilegiados - puderam ouvir o que propõe a CMG, para facilitar o acesso ao Ave Park. Vou repetir: "A população poder ouvir o que a Câmara propõe para . . .".

Estava em cima da mesa tomar conhecimento do parecer/estudo de uma equipa da UMinho às propostas da Câmara, que seria objeto de discussão posterior. Não coloco aqui em questão a pertinência, a necessidade, as ideias, os desejos de todo e qualquer cidadão, em querer melhores vias de acesso à Auto-Estrada, às cidades de Guimarães, Braga e Porto, à circulação caótica - de anos - do acesso da e para a cidade sede do concelho. Nem tão pouco o estrangulamento desde a rotunda do Euromilhões em Ponte, até à sua congénere (rotunda) de saída/entrada nas Taipas/Sande S. Martinho. Questiono apenas se será legítimo colocar questões que não estavam em cima da mesa para discussão.

Deixarei para próxima oportunidade o aflorar das questões levantadas e discutidas neste evento. Quero refirir apenas a forma como os trabalhos foram conduzidos pelo Presidente da CMG. Sem usar da prepotência ou do elevar a voz, Domingos Bragança, dando oportunidade ao povo afastado das lides do poder de exprimir a sua opinião, foi firme q.b. e permitiu que a reunião/sessão de esclarecimento, não atingisse outros objetivos que, me pareceu, alguns a queriam levar.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

17 março 2015

419 - Será desta????

Foto: GuimarãesDigital
Ontem li no Correio do Minho esta notícia onde nos dão conta das declarações/entrevista do Administrador da Região Hidrográfica do Norte, da Agência Portuguesa do Ambiente. Dela retive uma chamada de atenção sobre o Rio Ave, que transcrevo:

Na entrevista ao programa "Da Europa para o Mundo", Pimenta Machado deu conta do trabalho realizado no Rio Ave, que tem permitido "recuperar imenso do ponto de vista da qualidade da água".
Após episódios recentes de "poluição grave" na zona das Taipas, foi criado um plano de acção que envolve várias entidades locais, regionais e nacionais. "Estamos a trabalhar no terreno e a fazer um conjunto de inspecções. Estou confiante que a breve prazo todas as situações estejam identificadas e corrigidas", afirmou.

O Sistema Integrado de Despoluição do Ave que está em curso já permitiu "recuperar imenso" a qualidade da água. "O rio Pelhe que passa no Parque da Devesa em Vila Nova de Famalicão e a Ribeira de Couros e o rio Selho no Parque da Cidade de Guimarães são exemplos disso", destacou Pimenta Machado.

Esta notícia entendo-a no seguimento desta, que na altura já me deu grande satisfação.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

09 março 2015

418 - Comunicado

Foto: Para ex-candidatura.
Face aos recentes desenvolvimentos nacionais, sinto-me na obrigação de comunicar  às portuguesas e aos portugueses em geral, e de modo particular a todos aqueles que se comprometeram a subscrever a minha candidatura, que por ordem do senhor presidente da RP, não me candidatarei às próximas eleições presidenciais, como era meu desejo e de muitos que me manifestaram o seu pré-apoio.

É com profunda tristeza e grande frustração que o comunico, mas - ao contrário do que disseram os senhores Presidente da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa e o Comentador/Membro do Conselho de Estado - não tenho experiência de política externa.

E como já existem destacadíssimos políticos, que se apressaram a esclarecer que estão nas condições impostas pelo senhor Presidente da República para o substituir, tenho de me vergar às minhas incompetências.

Assim, as condições "sugeridas" pela Constituição da República Portuguesa, para se ser eleito Presidente da República, no seu artigo 122º  "São elegíveis os cidadãos eleitores, portugueses de origem, maiores de 25 anos", deixarão de ser suficientes, pois a "experiência na política externa", passa a ser imprescindível. Só espero que o TC, na sua habitual deselegância, não se pronuncie contra esta ordem.

E eu vou andando por aí e, já que me impediram a candidatura, vou assobiando . . . até que me partam o assobio.



07 março 2015

417 - Forças de bloqueio.

Vimos assistindo desde o início da semana - ou finais da anterior - a um ataque desenfreado, pela CS ao serviço das forças de bloqueio, contra o senhor presidente do Conselho, porque o cidadão Pedro Passos Coelho se esqueceu de pagar umas contribuiçõezitas para a Segurança Social. É ridículo que estejamos a incomodar o nosso primeiro Ministro com coisas de somenos importância, como dizia, e muito bem, na passada sexta feira nos Allgarves um dos seus ministros.

Ainda por cima estamos a falar de uma pessoa, idónea e responsável, mas que já nos deu provas de ser um pouco esquecido, devido - digo eu - aos seus afazeres bem importantes. A mesma CS não lhe perdoou e fez um escarcéu dos diabos, só porque o senhor se esqueceu em que data trabalhou seis anos, para uma determinada Empresa e não sabe como lhe foram abonadas as deslocações nem quanto.

Numa altura em que é preciso lutar com todas as forças para nos livrar do atoleiro em que o anterior governo nos deixou no final de 2014 e anda tudo perdido com minudências como alguém não pagar contribuições, ou impostos ou por "alegadamente", como agora de diz, ter pedido exclusividade e afinal trabalhar na mesma.

Poderíamos e deveríamos ser condescendentes, como o Comandante Supremo das FAP que reconhece que esta calúnia é politiquisse e cheiro a eleições.

Eu acredito no esquecimento por parte do nosso presidente do Conselho, pois ele efetivamente é muito distraído. Veja-se por exemplo o que prometeu em 2011 e que se esqueceu de cumprir. Por favor, vamos deixar de ser maldosos e darmos todos as mãos e depois encontramo-nos . . . no fundo do Atlântico.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.


25 fevereiro 2015

416 - Vergonha ou músculo.

Já estou habituado - e presumo que a generalidade dos portugueses esteja - com o nojo da "política" e dos "políticos", que vislumbram o argueiro no olho do vizinho e não reparam no fueiro que está à frente do seu. Infelizmente este cancro que se vislumbra a nível nacional, transmite-se  também para a politiquisse caseira ou a nível local. Caldas das Taipas não foge à regra, ou melhor dizendo, por vezes foge, suplantando uns furos acima a média nacional.

Se tivermos a paciência de assistir às AF, em algumas delas poderemos assistir a estes exemplos, que me causam consternação e tristeza. Quando transvasam para outros locais a coisa fica grave e então, quando chega à capital do Reino e naquela que se convencionou chamar de "Casa da Democracia", nem falemos. Uma representação da AF de Caldelas, foi recebida pelo Grupo de Trabalho de Educação Especial da Assembleia da República, no sentido de alertar aquela Comissão para a falta de professores de Ensino Especial no Agrupamento de Escolas das Caldas das Taipas. Interveio o representante da AF e os membros da Comissão e as pessoas entenderam-se. Uns defendendo o Agrupamento, outros prometendo questionar o Governo desta pretensão e outros, lembrando que as coisas estão difíceis, mas que iriam ver...

Teria terminado esta minha colocação que seria de congratulação pela promessa que o problema - leia-se, a falta de professores e o aumento de alunos de Ensino Especial - seria colocado ao Governo para esclarecimento/resolução. Assim seria, não fora uma intervenção não programada e a sua completa dessintonia com as intervenções anteriores. Houve quem, vá lá saber-se porquê, fizesse tábua rasa da aprovação da AF e pusesse em causa o profissionalismo dos professores e do Agrupamento. Mas enfim: cada um sabe as linhas com que se cose.

E eu vou andando por aí e. por simpatia, também vou assobiando.

12 fevereiro 2015

415 - Não peças a quem pediu, nem . . .

Foto: Google.
Desde pequeno que conheço o provérbio e ele adapta-se perfeitamente a esta situação. Fazendo jus à sua inabilidade política - sim, porque o senhor presidente da RP sempre que fala de políticos auto-exclui-se da classe - proferiu afirmações em relação à Grécia que são, no mínimo, infelizes.
Depois do presidente do Conselho se ter referido ao problema como um conto da Carochinha, não se lhe ficando atrás o PR disse perante as câmaras das diversas televisões, que já tinham saído da "bolsa dos contribuintes portugueses", muitos milhões de euros, numa onda de solidariedade.
Esta reprimenda não fica bem a qualquer pessoa e muitos menos, a um Presidente da República de um País terceiro.
E andava eu a pensar que os Alemães e os nórdicos eram arrogantes quando diziam que nos andavam a ajudar (leia-se dar esmolas).
Parece-me líquido, que as somas astronómicas que pagamos aos nossos credores, em juros, não serão bem um favor que eles nos fazem, mas antes a solidariedade a que os membros da União estão obrigados e com LUCROS muito proveitosos.
Lá pelo simples facto de, com o apertar do cinto e esmagamento da vida duma população, termos possibilidade de adiantar o pagamento de empréstimos - com o consequente abaixamento dos JUROS - tal não nos permite a arrogância manifestada, pelo país que quer - e vai conseguir - rever as metas e a austeridade que lhe querem impor.

Daí o provérbio: Não peças a quem pediu, nem sirvas a quem serviu.

E eu vou andando por aí e, por simpatia também vou assobiando.

09 fevereiro 2015

414 - O "de" e o "da". . .

Em tempos que já lá vão - sim, sim, como aquelas histórias da Carochinha que antigamente se liam nos livros e agora "só na net" - publiquei aqui qualquer cousa, relativamente às limitações de mandatos dos presidentes "de" ou "da" Câmara, tese que eu defendi, mas não colheu junto das instituições responsáveis pela sua avaliação.

Ontem voltei a lembrar-me do "de" e do "da" relativamente a outro assunto. Neste períodos conturbados "da saúde" em Portugal, quer dizer conturbados para uns porque para outros "apenas" só morreram mais umas centenas que em período homólogo, portanto cousa de somenos importância, fala-se nas demoras nas urgências hospitalares e na necessidade, ou não, de se alargar as horas de expediente dos Centros e/ou das Unidades de Saúde. Nestes e nestas - em muitos pelo menos - há o designado Médico "de" Família. Faz hoje dois anos que nos deixou um Médico "da" Família. Neste período conturbado em que "não se pode pagar a saúde a qualquer preço ou custe o que custar" e tendo conhecido de perto a sua atividade de Médico da Família e de homem interessado nas inovações - a par das suas velharias - já pensei o que diria e sentiria o senhor Doutor dos Banhos, com esta política miserabilista, com que tratam a saúde.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

28 janeiro 2015

413 - Primeiro Ministro . . .

Entre as nossas prioridades figura uma nova renegociação [da dívida pública] com os nossos parceiros para encontrarmos uma solução justa, viável e mutuamente benéfica, para que o nosso país saia do círculo vicioso de dívida e recessão".  A recusa em negociar poderá conduzir "a uma rutura desastrosa recíproca".

"Somos (…) governo (…), o nosso objetivo é restabelecer a segurança e a dignidade dos gregos", (...), mas "não para continuar a política de submissão" .
O Povo, livre e democraticamente, no seu pleno direito, escolheu este partido que indicou para Primeiro Ministro, um homem que quer defender os interesses dos seus concidadãos. Fará cedências, certamente. Não cumprirá o Programa sufragado, como muitos outros. Mas não se quer ajoelhar, quer discutir com os seus parceiros - e não os considera beneméritos - para encontrar uma solução "mutuamente benéfica".
Isto é estar em pé de igualdade, discutir com parceiros (mutuamente interessados) para que todos saiam, minimamente prejudicados, mas com cedências. E podemos ter a certeza, que os parceiros, farão cedências, porque serão "mutuamente benéficas".
E eu, vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

31 dezembro 2014

411 - Os compromissos

Eu não tenho compromissos com aqueles que fazem o favor de ler este blogue - compromissos têm os "nossos políticos", e esses não os cumprem. Aliás "os políticos" não cumprem praticamente nada do que prometem, mas como eles quando prometem estão em êxtase, tudo lhes é perdoado. E depois quando alguns menos descumpridores fazem alguma coisa, os intelectualmente desonestos nada dizem e não dão a mão à palmatória.

Nesta classificação de desonestos e de menos descumpridores, não me estou a referir a promessas não cumpridas ou cumpridas de e para 2014. Não me estou a referir a lares prometidos e cumpridos ou a lares prometidos e descumpridos; não me estou a referir a arranjos urbanísticos e repavimentações de vias; não me estou a referir a obras "de fundo" cumpridas ou descumpridas. Não me estou a referir a nada de concreto: é tudo em abstrato. Mas se quiséssemos fazer uma análise intelectualmente honesta, hoje, ao terminar o ano, seria altura de recordar o que nos prometeram e o que fizeram. E, acima de tudo, de recordar para memória futura aqueles que prometeram e fizeram e os que prometeram e não fizeram.

Boas entradas para todos e um menos mau 2015 - sim porque por muito que os desonestos intelectualmente teimem em branquear - o 2014 foi um ano mau. Mesmo muito mau.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

23 dezembro 2014

410 - O CART comemorou 40 anos.

A Direção do CART - Centro de Actividades Recreativas Taipense, decidiu assinalar os 40 anos da coletividade com uma manifestação artística e desportiva no domingo e ontem com um jantar de confraternização. Nesse jantar com entidades autárquicas do concelho e da freguesia e desportivas do distrito, marcaram presença muitos atletas, dirigentes e treinadores.

Também alguns dos que fazem parte deste Clube desde a sua fundação e outros que nos tempos seguintes marcaram, com a sua passagem, a coletividade, associaram-se a este evento. O Conselho Eleitoral com apenas uma ausência esteve presente; dois dos responsáveis pelos tempos idos do Voleibol e o grande responsável pela implementação e consolidação do Hóquei quiseram participar desta festa, que também é sua.

Notei a ausência de alguns que por motivos vários não quiseram ou não puderam participar. Hoje, cerca de uma hora antes desta colocação, fui visitar alguns que não puderam estar presentes: O Julinho, o Quim Jorge e o Jojó Miranda, homens da primeira hora. Para eles, nesta hora de comemoração, vai o meu sentimento de saudade.

A terminar, o meu agradecimento a todos aqueles e aquelas que abnegada e desinteressadamente, dão o seu contributo para a manutenção e progresso deste Clube. E para as suas famílias, que se vêm privadas da sua presença. Com o devido respeito, faço minhas as palavras do senhor vice presidente da câmara, em relação ao Clube e à atual Direção. Cito de cor: "O CART - ao contrário de muitos - dá mais do que pede".

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

07 dezembro 2014

409 - E muitas décadas se passaram . . .

Numa altura em que, cada vez mais, a "política" neste País me deixa desesperado, hoje apetece-me divagar sobre coisas positivas, coisas BOAS, que se passaram ontem mas que, afinal, já têm anos até dar c'um pau. Por inerência do cargo, tive o privilégio de presidir ao Encerramento das Comemorações dos 91 anos do Clube de Caçadores das Taipas. Apesar das dificuldades dos últimos anos - e que prevalecem - este clube consegue movimentar duas centenas de jovens em formação. A formação em criança, desde que bem acompanhada, pode e deve dar os seus frutos, de maneira a não assistirmos nos anos vindouros à vergonha que são hoje aquelas e aqueles, que dizem governar o País. No próximo dia 23 comemora-se, o que se convencionou ser, a data da Fundação do CART - Centro de Actividades Recreativas Taipense, clube com menos cinco décadas que o citado anteriormente, mas que mantém na formação da juventude, o seu ponto de honra, educando homens e mulheres, que poderão ser o futuro deste País. Assim os permitam ser.

O C.C.Taipas com 91 anos e os 40 anos do CART, são dois marcos importantes para a Vila, que se pode sentir orgulhosa, das mulheres e homens que ao longo dos anos lutaram - desinteressadamente - pela sobrevivência destes clubes. Hoje, as equipas diretivas do João Pedro Ribeiro, no C.C.Taipas e do António Lima Pereira, no CART são o exemplo desse esforço hercúleo de pessoas que, sem querer nada em troca, sacrificaram o seu descanso e a sua vida pessoal, por algo que muito os dignifica e a que a sociedade taipense muito deve.

Que o exemplo destes homens e das suas equipas diretivas, assim como dos seus antecessores, seja aproveitado por quem - ao contrário deles - tem obrigação de lutar pelo bem comum.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

26 novembro 2014

408 - Ainda a pimenta e o Cartão Único.

Foto: Público Digital
Não tenho rigorosamente nada a ver com o senhor ex-primeiro ministro José Sócrates. Nunca votei nele para qualquer cargo político e não posso exercer as competências previstas na Parte III, Título II da CRP, nomeadamente da alínea f), do artigo 133º para, nos termos do numero 1, do artigo 187º, ouvir os partidos representados na Assembleia da República para esse efeito. Assim sendo, peçam responsabilidades aqueles que têm capacidade para tal - e que o fizeram.

Mas há coisas que a nossa Comunicação Social põe cá fora que não podem nem devem ser esquecidas. E aqui voltamos ao badalado provérbio popular da "pimenta no coiso dos outros ser refresco", nomeadamente para a nossa classe "política".

E se não vejamos: Hoje o Público Digital, associa o citado ex-primeiro a um contrato que salvou a GL. Pretende-se conotar negativamente este caso com os motivos da prisão de JS.  Por outro lado, dá-se ênfase positivo ao desbloqueio de 50 milhões, por acaso no mesmo País do anterior, à missão do México que rende contratos superiores a 2.9 MM e ainda aos 7 milhões para os Açores
Pergunto: Onde está a diferença?
Respondo: A diferença está na pimenta ou então no Cartão Único.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou espirrando.


25 novembro 2014

407 - Ainda o 50

Foto: Matos, o verdadeiro.
Quando escrevi a colocação 405 - O 50 e os irmãos, queria colocar uma fotografia dum aniversário dos Bombeiros, onde ele aparecia na "Equipa da Lameira" - designação do 29. Como quase sempre acontece, quando queremos alguma coisa ela não aparece e depois surge do nada. Foi isso que me aconteceu.

Assim aqui coloco a tal equipa, onde o Serafim aparece, como ponta de lança.


13 novembro 2014

406 .- Realmente é uma pipa de massa . . .

Este califado onde vivemos se não desse para chorar com o que "vemos ouvimos e lemos" era um fartote de risota. Os senhores que andam na política para servir os outros só dizem asneiras, eu repito, asneiras e fazem do povinho uma cambada de parvos e mal agradecidos. É de meter dó as parvoíces que os senhores do quero, posso e mando, nos tentam impingir todos os dias. Hoje vou apenas dedicar-me a algo que esses senhores andam a vociferar e que os mandantes da Comunidade Económica Europeia, dizem que é incomportável e que é uma medida transitória. Sim, vou falar do SMN (Salário Mínimo Nacional).

Do tempo em que me debatia diariamente com assuntos de legislação laboral, guardo em casa alguns livros da matéria. Neles era explicada a forma como se determinava o salário/ordenado hora. Dizia que a RH era = RMG x 12 / 52 x n. Ou seja, a Remuneração Horária achava-se multiplicando a Remuneração Mensal Garantida por 12 meses que constituíam o ano e dividia-se pelas 52 semanas já multiplicadas por n [carga horária semanal (que naquele tempo variava, no privado, entre as 40 e as 45 horas)].

Vamos agora ao problema dos donos da Economia Europeia. O aumento do SMN de 485 para 505€ que se cifram nos 20 € mensais vão custar às empresas mais 20€ por mês; 0,92€ (noventa e dois cêntimos) por dia; 0,115€ (onze cêntimos e meio) por hora. Se, repito SE, as contribuições patronais para a SS (ou ISS se quiserem) forem de 23,75% e os seguros de AT de 1 ou 2%, os senhores da economia e do quero posso e mando tem mesmo razões para se queixar. É mesmo uma PIPA de massa, como dizia o senhor ex-presidente da tal Comunidade Económica. Então se comparado com as "despesas de deslocação" da Tecnoforma; ou com o prejuízo da implementação do Citius; ou com a descolocação de professores; ou com; ou com; ou com.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

11 novembro 2014

405 - O 50 e os irmãos.

18 44 50.
Para quem olhar/ler são apenas três números. Nada de especial. Para mim são efetivamente três números, mas com significado. São irmãos. O primeiro (18) faleceu passados poucos meses de eu ter entrado para os Bombeiros e assisti à passagem do seu funeral, perfilado junto ao quartel no Largo António Gonçalves, enquanto a sirene chorava a sua partida; o segundo deixou-nos pouco tempo depois da minha graduação em Adjunto de Comando e comandei a Formatura que o levou à sua última morada. Finalmente o 50 que ontem foi a sepultar. Três irmãos que serviram a comunidade numa das Associações mais importantes e mais prestigiadas da Vila. Que, como muitas outras, teve os seus momentos maus. Alguns deles, maus de mais para ser verdade. 

Mas os homens passam e as instituições ficam. Para aqueles que querem ter memória, não apenas seletiva mas MEMÓRIA, muitos dos homens que passaram naquela instituição e que dela saíram pelos tais momentos maus "de mais" , também serão lembrados da injustiça e vergonha que lhes infligiram.

Felizmente que o corpo do 50 foi velado no Salão Nobre, área associativa. Fosse-o na Operacional e não me poderia ter despedido dele como o fiz. 

18 outubro 2014

404 - A sociedade civil está bem viva . . .

Foto: Google.
Ontem ao final do dia, abri o RFXDigital e deparei com esta notícia. Por acaso repararam quantos jogos de diversas modalidades, se vão desenrolar nas Caldas das Taipas ou fora delas, mas em que intervêm equipas das Taipas?

Já repararam quantos jovens se vão movimentar? E já pensaram quantas pessoas trabalham no dia a dia para que haja toda esta movimentação?

As associações e todos aqueles que pugnam pela sua manutenção, substituem-se aos poderes públicos, para dar qualidade de vida às populações. E depois ainda vêm para aí com tretas de que a sociedade civil, mais isto e mais aquilo!

As associações deveriam ter o carinho dos poderes instituídos e estes deveriam beijar o chão que os seus dirigentes pisam . . . e não, como se vê muitas vezes, tentar pisá-los.

E não estou a falar apenas em associações desportivas e/ou culturais. Não. Estou a falar em Associações.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

06 outubro 2014

403 - Por quem Deus . . .

Não tivesse sido roubada tão cedo (1976) e minha Mãe faria na próxima sexta feira qualquer coisa como 93 anos. Neste fim de semana - como em muitas outras ocasiões - lembrei-me dela e recordei duas frases que ela usava habitualmente. Uma, quando eu lhe pedia alguma coisa que ela não podia dar - porque naquele tempo os filhos pouco ou nada pediam aos Pais - dizia para eu repetir com ela:
 - Diz assim: Do que Deus, me há-de livrar! - e finaliza com um "Pronto agora já não te posso dar".

Outra, mais frequente e por muitas razões, sempre que alguém recomendava a outrem que fizesse alguma coisa, que ele própria não fazia ou não fez, costumava dizer:
 - Por quem Deus, nos manda avisar . . .

Pois é. Ontem ao assistir a uma Alta Intervenção nas Comemorações da Implantação da República, não deixei de lembrar minha Mãe: Por quem Deus, nos manda avisar . . .

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

02 outubro 2014

402 - As notícias e os noticiadores

"Quem está ali para ser ouvido é o entrevistado. Por vezes, irrita-me a forma como o entrevistador se serve do entrevistado meramente como uma simples cobaia que permita esclarecer o mundo sobre a maravilha do ser humano e a extraordinária capacidade interpretativa do mundo que esse mesmo entrevistador tem. Há um limite de bom senso que, por vezes, considero que é ultrapassado, sobretudo quando o jornalista considera que é ele a estrela do programa e não o entrevistado".
José Azeredo Lopes, ex-presidente da ERC - TV Notícias 04/04/2014.

Anotei este parágrafo num papelinho, como muitas vezes anoto muitas coisas, e hoje partilho-o convosco. E porquê hoje? Ontem, por razões familiares, passei o tempo do jogo do Benfica na Alemanha, a conduzir na A1. Queria saber como estava o campeão e tentei sintonizar uma emissora. A pesquisa calhou na Antena1. Para mal dos meus pecados o senhor que deveria estar a relatar o jogo era daqueles engraçadinhos que de jornalista não deve ter nada, pois passava o tempo com apartes, que ele pensava engraçados e devolvia a bola (leia-se microfone) a um comentador para ele dizer de sua justiça. No que se pretendia fosse o relato do jogo, este engraçado (julga ele), jornalista (pensava eu) deliciou-se em comentários pouco abonatórios e deselegantes para com os jogadores e treinador do Benfica. Depois de algum desespero consegui sintonizar a RR e então, por alguém profissional, consegui ouvir o relato do jogo.

Por isso, o papelinho de Azeredo Lopes, é actual. E não é só para esse engraçadinho da Antena1. Não, há muitos mais.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

30 setembro 2014

401 - Não, não votei no António.

Nestas últimas semanas (meses?) andou muita gente preocupada, socialista ou não, com a contenda entre o secretário-geral do PS e o presidente da Câmara de Lisboa. Eu não. Era assunto que não me interessava muito. Era apenas o maior partido da oposição, onde dois militantes/dirigentes divergiam de opiniões - como muitas outras vezes outros militantes de outros partidos - e discutiam lugares. E se quando a presidente do PSD, retirou de cabeça de lista por Vila Real um determinado militante indicado pelas estruturas locais eu não me importei; e se quando esse mesmo militante e outros dois, se digladiaram para discutir o cargo vago de presidente, porque era um assunto interno, também não me causou mossa, agora não me iria imiscuir nesta luta. E, por isso, não votei António.

Mas já votei muitas outras vezes. Já votei Carlos Manuel, José Luís, Ricardo Jorge e Paulo Emanuel, porque esses, para os cargos que se candidatavam, era lugar que me dizia respeito e que poderia/pode influir no meu bem estar.

Mas, porque não votei no António, não tenha agora de fazer o exercício de muitos, que fizeram campanha e votaram no António e agora têm de virar a casaca e dizer que votaram no António, com medo de perder o emprego. Mas, isto de ter votado no António e agora não querer perder o comboio do António, é perfeitamente normal nesta "política".

Apenas gostaria de deixar um pensamento: Que os votantes do António e os do António se entendam, porque este País precisa de entendimento.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

13 setembro 2014

400 - A fiscalização ... e a paridade.

 Li um artigo do Dr. Ribeiro no reflexo do mês passado e – contrariamente ao habitual – há matéria em que concordo com ele. Não pensem que estou benevolente ou que estamos na Quaresma e são necessários alguns sacrifícios e que, por isso . . . Não. Não. Nem pensar, pois de todo o texto apenas destaco a referência ao - entre outros -  inimigo de estimação do executivo da freguesia, na critica ao compadrio entre direção e fiscalização da mesma na cooperativa. Não deixa de ter razão o Dr. Ribeiro: É desaconselhável e – porque em “politica” vale tudo - pode até ser apelidado de promiscuidade, que o capital que lidera a Direção de uma associação ou, como neste caso uma cooperativa, seja o mesmo que fiscaliza os seus atos. Mas o que não disse o Dr. Ribeiro, porque isso não lhe interessa, é que, como em tudo quem manda é o capital e aqui, com esse direito o maior acionista coloca ao escrutínio quem quer e onde quer e depois a AG vota e decide. E na altura da votação onde estava o Dr. Ribeiro a representar a Freguesia, o mesmo votou favoravelmente essa composição. É claro que como tem formação académica para isso, poderá argumentar que o que estão mal são os estatutos, mas nas assembleias é que os seus acionistas – ou mandatários destes como é o caso do Dr. Ribeiro – podem e devem manifestar o seu desacordo com a composição das listas. Olhe como foi o caso do cooperante/cooperador que está a rabiscar estas linhas, que, com os seus nove vótitos, votou contra, discordando que o seu representado fosse membro da mesa da AG, conforme declaração de voto.
Foto: Termasdeportugal.pt

Com isto não estou a dizer - antes pelo contrário - que acho bem que o parecer sobre a ação do executivo, seja dado por alguém da mesma cor (capital), mas como é a AG que aprova . . . Mas este assunto teria pano para mangas e que me desculpe o Dr. Ribeiro, para muitas outras mangas, porque isto de fazer as coisas meio "esquisitas" e este "quero, posso e mando" há quem faça muito pior e aqui MUITO mais perto, quase em cima. Mas como dizem as Escrituras "É muito mais fácil observar o cisco no olho do teu irmão, que reparar na trave que está no teu próprio olho".

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

12 setembro 2014

399 - Leituras de fim de semana . . . para rir . . . ou chorar.

Foto: Carlos Barroso/Lusa/Expresso.
Estes textos que Vos coloco nestes pequenos excertos retirados da net são uma delícia:

Cortes fizeram bem às universidades, diz Nuno Crato:

"O que é extraordinário é que as universidades, os diretores das instituições, os reitores, os investigadores, os professores conseguiram, apesar disto acontecer [cortes] que as universidades funcionassem melhor que tivessem mais receitas próprias, que tivessem mais projetos de investigação", disse Nuno Crato.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/cortes-fizeram-bem-as-universidades-diz-nuno-crato=f889208#ixzz3D7odmjnW


Silva Peneda: “Normalmente a dr.ª Ferreira Leite é uma pessoa bem informada”

"No princípio, aquilo que se achava importante é que iríamos ter a pasta do Emprego e dos Assuntos Sociais. Essa era uma pasta realmente importantíssima. Só que essa pasta não era propriamente destinada a Portugal. Era destinada a um português. Era o dr. Silva Peneda"
Ferreira Leite acrescentou que Passos recusou o nome proposto pelo novo presidente da Comissão Europeia e, por isso, Portugal acabou por perder essa importante pasta."A partir do momento em que o Governo, com certeza por motivos de natureza nobre, entendeu que o dr. Silva Peneda não servia para aquele lugar, evidentemente que a pasta não era para Portugal. Portanto, perdemos essa pasta", afirmou.

Sendo este Governo um governo apenas interessado nos interesses do País, DE CERTEZA, que a Dra Ferreira Leite mente. Poderia o Dr. Coelho estar apenas interessado em assegurar a reforma da moeda, perdão, do Dr. Moedas? Assim como podem os estudantes, os professores, as Escolas e as Universidades, duvidaram da bondade dos cortes que o Dr. Crato lhes impôs? Foi apenas para o interesse dessas mesmas universidades, escolas, professores e estudantes.
Já dizia o outro: Somos pobres e mal agradecidos.
E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

29 agosto 2014

398 - Alguém me consegue explicar.

Foto: I Digital; Manuel de Almeida-Lusa
Li agora mesmo esta notícia no I Digital. Confesso que me baralhei e não percebi nada. Mas, não devo ser o único. Será que Filipe Paiva Cardoso é força de bloqueio ou não sabe o que está a escrever? Ou então é o nosso desgoverno que não sabe mesmo nada do que faz?

"A situação só não é mais grave porque os chumbos do Constitucional a mais medidas de corte aos rendimentos dos residentes em Portugal estão a dar algum oxigénio à economia, o que tem permitido criar emprego".

"Se em Outubro (...) o governo pensou (..) mais 5% de exportações, em Abril (...) mais 5,7% e agora, (...) realidade crua e já só antecipa +4,1%. (...)com as medidas que violavam a Constituição, (...) o consumo privado deveria continuar incipiente mas afinal vai crescer 1,7%. Ou seja, e ironicamente, todo o crescimento que o governo vai conseguir este ano deve-se precisamente àquilo que queria anular à força."

É claro que os "grandes economistas e analistas" podem ter a sua tendência. Aliás: são tendenciosos. Mas esta notícia é do pior que pode acontecer. Chama-se a isto acertar no cavalo errado. Ah, lembrei-me agora. Que é feito do CSFA? Alguém o tem visto/ouvido?

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

28 agosto 2014

397 - É verdade . . . ainda por cá ando.

Foto: Vilasdastaipas.
Quase vinte dias após a última colocação resolvi passar por aqui. Na verdade tenho andado ausente deste Vilas das Taipas e da Vila das Taipas. Mas - embora o RFXDigital também ande de férias - ainda vou lendo o que se publica sobre a dita:

Li que alguns trabalharam para "Dar vida à Vila"; que outros promoveram "Agosto nas Taipas com gosto"; que as "obras de beneficiação (...) arrancaram" e que o CC"Taipas empata na primeira jornada". Alargando as leituras para fora da Vila, também leio as quezílias no PS - que a mim não me dizem respeito; as medidas nada eficazes do governo para nos tirar do atoleiro; e os disparates dos dirigentes irresponsáveis do futebol português.

Li com pesar que um trabalhador faleceu, vítima de acidente de trabalho nas obras das Termas, o que lamento profundamente.

E eu vou andando por aí e enquanto espero o cumprimento das promessas de obras não cumpridas, também vou assobiando.

09 agosto 2014

396 - Ainda se lê . . .

Foto: RFXDigital (de Julho)
Recebi quinta feira pelos correios - sim essa coisa que funcionava muito bem no tempo da D. Albina e que agora só passa dia sim dia não no local onde vivo - o Jornal Reflexo. Trouxe-o para onde estou e ontem passei-lhe uma vista de olhos. Hoje, como estou sozinho em casa, li mais um pouco e dois temas me chamaram a atenção: O destaque sobre emigrações e os Ecos da Teresa Portal. Esta, pela maneira como escreve/descreve as coisas e pela acutilância das suas afirmações/convicções; o Destaque não pelo Paulo Martinho ou pelo Zé Luis - de quem sou amigo - mas por alguém que não conheço.

Andreia Oliveira no alto dos seus 24 anos e que segundo a reportagem anda pelo Dubai, entre outras coisas, diz isto, que destaco:

"Portugal é o melhor país do mundo. Ao fim de tantas voltas dadas e à medida que mais voltas vou dando, mais acredito nisso. Não precisamos de prédios tão altos como os do Dubai, nem da febre tecnológica do Japão, nem da força militar da América. Só precisamos de um governo que lute pelo bem comum. De resto, temos absolutamente quase tudo." * (O negrito é meu).

Juntando este parágrafo de uma miúda de 24 anos ao texto da professora Teresa Portal e, nele, às perguntas de - ora, onde está a "social-democracia" no meio disto tudo? Onde está o interesse coletivo? - só me resta pedir autorização, para fazer minhas, as suas constatações e no final exclamar: Até quando, meu Deus?

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

30 julho 2014

395 - Nem acredito, apesar de . . .

Foto: RFXDigital
Depois da minha colocação de 25 do corrente, relativa a esta notícia do RFXDigital hoje deparei com uma explicação, no mesmo jornal, da parte do ISS.

Acredito nas afirmações do presidente do CS publicadas no dia 23 e não tenho nada que duvidar das publicadas hoje no mesmo jornal, por parte do ISS.

Quando o presidente do CS fala no "pressuposto de apoio da segurança Social,"  ou quando o ISS diz que “não pressupõe a celebração de acordos de cooperação"  para mim é tudo o mesmo. Até porque poderá existir alguma confusão por parte do atual presidente do CS, dado que foi uma direção anterior à sua que deu o pontapé de saída para este Lar.

O que eu disse na minha colocação anterior mantenho e reforço, agora com uma nuance:  Na hipótese da SS não protocolar o apoio ao funcionamento do Lar da Cidinha da Seara e, quando estiver pronto, ao do Joãozinho da Seara, os utentes e  população, as associações, os partidos, os autarcas têm obrigação de protestar, reivindicar e muito mais, porque a SS tem de apoiar os idosos, que precisam do Lar e não podem dispender a totalidade da mensalidade.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.