23 novembro 2011

230 - Os bons exemplos da Madeira . . .

Nem sempre dizer mal da Madeira e do presidente do Governo regional. Também têm ideias de louvar e de seguir.

Com a aprovação desta medida na AR e nas AM's, quanto dinheiro não pouparíamos?

É claro que há logo quem conteste esta medida que apelidam de anti-democrática. Perdão! Não estamos a falar da RAM? Medidas anti-democráticas na RAM? Por favor. . .

Foto: CMJORNAL.XL.PT

18 novembro 2011

15 novembro 2011

228 - Façam a vontade ao homem . . .

A selecção Nacional de Futebol vai hoje defrontar a Bósnia-Herzegovina e, ganhando, conseguir o apuramento para a fase final do Europeu de 2012. Não sendo uma novidade esta necessidade de vitórias ao cair do pano, no primeiro destes dois jogos foi alvo de crítica as condições do estádio, nomeadamente a qualidade da relva.

Esperando que a relva do Estádio do SLB não seja intragável, resta-nos exigir aos nossos representantes:
 - Façam lá a vontade ao homem . . . afinal ele até vai embora . . .
Foto: Record.pt

09 novembro 2011

227 - Venham mais cinco . . .

Segundo noticiado no RFX Digital, no passado dia 28 de Outubro, foi formalmente constituída "A Associação para o Desenvolvimento Integrado das Taipas (ADIT), entidade muito falada desde as últimas eleições autárquicas e sobre quem recairá a responsabilidade de gerir e construir a Residencial Sénior no edifício da Pensão Vilas".

Congratulo-me com esta eleição e espero que os Corpos Sociais ora eleitos, cumpram as finalidades enumeradas no referido texto e que o Lar de Idosos seja uma realidade a curto prazo. Porque - como já escrevi neste espaço - todos não serão demais.

07 novembro 2011

226 - Saudações inter-continentais

Recebi um correio electrónico dum amigo residente num país distante - mais propriamente de onde um dos ministros deste Governo nunca deveria ter saído. Sem a sua prévia autorização, mas contando com a sua benevolência, atrevo-me a transcrever uma pequena parte desse texto. Escrevia ele a determinado passo:
Acredita que o meu silêncio não é falta de amizade e de reconhecimento, pelo contrário, sabes muito bem quanta e toda a estima que tenho por ti (…) incluindo as vossas famílias mais alargadas. Cada vez me convenço mais que as verdadeiras amizades são as da infância, são as mais enraizadas e que nos acompanham ao longo de toda a vida. Penso que deves sentir o mesmo que eu: o ritmo da vida como que nos separa, mas a amizade, que está no sangue, não desvanece.”

Faço minhas as palavras do Luís. Na maioria dos casos, as verdadeiras amizades são as que fazemos na infância, pois as posteriores muitas das vezes não passam de palavras. E então, hoje em dia, é ver a facilidade com que descartamos os amigos, em favor de um protagonismo qualquer, por mais efémero que ele seja.

07 outubro 2011

225 - As areias das Taipas em movimento . . . e de S. João de Ponte também.


Francamente o assunto “areias” e “limpeza do Rio Ave”, já me mete nojo e falar hoje nele, até me dá vómitos. Como sói dizer-se “É areia demais para a minha camioneta”. Tira 10 camiões, tira 200 ou tira 400, o certo é que uma vez mais andamos aos tiros e é ver quem mais acerta no próprio pé. Não assisti à última assembleia de freguesia, porque assuntos mais importantes me ocuparam e ainda porque ando desde o último mandato, a tentar afastar-me de algo que sempre me apaixonou. Segundo o RFX, também naquela o assunto foi badalado.

Areia é tema nos jornais do concelho, no da Vila e na blogosfera. Os protagonistas mimoseiam-se com afirmações desabridas e em alguns casos malcriadas. Aos leitores, tipo eu, atiram-nos com a "tal areia para os olhos", com afirmações infantis e ridículas, violentando a nossa inteligência. A Câmara não acusou ninguém, a Junta não precisa de licença, o empreiteiro é quem tira a licença, em 2002 não foi preciso nada, a areia está toda no estaleiro, não sei quanto vai custar a limpeza, etc e tal.

Mas nem sei porque estou admirado ou irado com esta situação. Primeiro porque já me venho habituando e segundo porque as Taipas e a Madeira, ambas, pertencem a este Portugal, Glorioso de 8 séculos.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.
Foto: RFX Digital

29 setembro 2011

224 - Taipas em movimento



Neste final de semana Caldas das Taipas está com grandes movimentações: Eis o que se pode ver passando os olhos pelo RFX Digital:

Sexta-feira: A Taipas Turitermas vai dar-nos música e a Assembleia de freguesia vai reunir. Embora o RFX não diga, a Escola Secundária vai distribuir diplomas.

Sábado e Domingo: O CART realiza o Torneio Internacional e o Clube de Ténis encerra a época com um Torneio. Ainda no Sábado, Luís Soares candidata-se à liderança da JS concelhia.


Um fim de semana para todos os gostos. Desportivo, Recreativo, Educativo e Político. Os taipenses podem ainda distrair-se com a movimentação de areias, voo dos patos, vistoria a obras e ainda com leituras de alguns semanários vimaranenses, onde podem deliciar-se com a leitura de factos hilariantes passados na cidade, com protagonistas da mesma e da província.


E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

Foto: wikimedia.org

25 setembro 2011

223 – Conclusão das movimentações…


Deixando para segundas núpcias a ”limpeza do leito do rio”, vou reportar-me à proposta de atribuição do subsídio à Turitermas. Como já venho comentando, e reafirmo, esta estúpida teimosia não nos leva a lado nenhum. Caldas das Taipas só tem a perder com este virar de costas sistemático. E, aproveitando-se desta situação, os vereadores do PSD, dando razão àqueles que dizem que “Guimarães não nos dá nada”, votaram contra a atribuição às Taipas, via Turitermas, de 150 mil euros, tal como o haviam feito, em Dezembro do ano passado, numa verba de 250 mil euros.

Sendo esta transferência, segundo a proposta do vereador Domingos Bragança, para a cooperativa fazer face às “despesas com o investimento na parte não comparticipada” pela candidatura no âmbito do PROVERE MINHO – IN, tal significará que os vereadores do PSD não estão de acordo com esse projecto. Obviamente que será legítimo, aos vereadores do PSD, à junta, aos taipenses e a mim próprio, questionar da oportunidade/prioridade destas obras, em detrimento de outras. Agora o que não será legítimo, nem inteligente, é os taipenses estarem contra este investimento. Atendendo a que, como já verificamos “para as outras” nada virá, temos de ser suficientemente pragmáticos e considerar estes investimentos, como um bem para as Taipas, independentemente de chegar através da cooperativa ou da junta. É preciso é que se invista nas Taipas ou já não será? Será que o investimento, só pode ser considerado como tal, se for onde, quando e como, eu quiser?

Queixamo-nos que a câmara nos roubou o património da Junta de Turismo e que este está degradado e sem utilização adequada. Depois quando se fazem investimentos nesse mesmo património, é o que se vê.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

Guimarães Digital. A.M. - Cândido Capela Dias aprovou a proposta não deixando de criticar a postura da câmara e da Turitermas.

17 setembro 2011

222 - Movimentações . . .


Como habitualmente tenho tentado acompanhar as notícias que vão aparecendo sobre as Caldas das Taipas, embora, como já escrevi a 19 de Agosto, o RFX Digital não publicasse muitas. No entanto, tal poder-se-ia ficar a dever à falta das mesmas e não à pouca vontade/actividade dos seus colaboradores. Finado o mês Agosto e com a chegada do Setembro, as notícias ou os factos que as podem originar, começaram a surgir. Algumas que considero positivas – leia-se com interesse/favoráveis às Taipas e outras, talvez pouco notícias e mais conversinhas e mexericos de adro d’Igreja. Vou-me concentrar nas primeiras:

A “limpeza do Rio Ave” como titula o Reflexo ou “a limpeza do leito e das margens do Rio.”, como, com preciosismo, escreve o amigo Luís Soares, a par da ratificação de “um protocolo de cooperação entre o município e a Taipas Turitermas” foram duas notícias que considero positivas para as Taipas. A primeira, a par da despoluição do rio, é uma aspiração antiga, que tarda a concretizar-se. A jusante da ponte, depara-se-nos um leito com aspecto aprazível e até parece limpo e a água despoluída. Já a montante, a maneira como a areia está a ser “arrumada”, deixa-me sérias dúvidas quanto á eficiência da limpeza, durante o próximo inverno.

Quanto ao protocolo entre a Câmara e a Turitermas, parece que o mesmo permitirá um encaixe por parte desta de cento e cinquenta mil euros, no sentido da cooperativa fazer face às “despesas com o investimento na parte não comparticipada” pela candidatura no âmbito do PROVERE MINHO – IN. Os vereadores do PSD votaram contra a atribuição deste subsídio, na senda do que se verificou no final de 2010, na proposta de aumento de capital de duzentos e cinquenta mil euros.

Foto: RFX Digital

.../.. (continua)

25 agosto 2011

221 – A Fiscalização.

Li no RFX Digital que a ASAE visitou Saint Claude du Bateau e que foram detectadas “pequenas questões que se relacionam essencialmente com alguma sinalética inexistente e falta, por exemplo, de Livro de Reclamação no recinto”.


A ASAE pode ter encontrado defeitos, mas de certeza não encontrou o mesmo pó – tornando o ar irrespirável – que se apanhava no Super Bock Super Rock. Mas esse era na cidade grande, portanto não era problema.



E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.


19 agosto 2011

220 - A falta de colocações / notícias.


Um amigo comentava-me um dia destes - via telemóvel - que eu tinha quebrado a minha regularidade, nas colocações neste blogue. Concordando, disse-lhe das razões deste meu alheamento, que não vou aqui comentar, e ele concordou . . .

No entanto - embora esta minha ausência seja um facto - parece-me que de uma maneira geral, salvo as devidas excepções, os donos de blogues cá no burgo, andam todos pouco escrevinhadores. É só dar uma vista de olhos e . . . nada ver.

Até os jornais, que têm obrigação de nos manter informados, pouco ou nada dizem . . . por exemplo o nosso RFX Digital.

Daqui mando um abraço ao Afilhado da minha mulher, pois é graças às "suas tecnologias", que hoje consigo fazer esta colocação.

12 agosto 2011

219 – Caça ao melro volta a ser proibida.




Segundo o insuspeito Vozdaplanicie”, Sua Excelência o senhor “…secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento decidiu revogar a portaria que permitia caçar esta ave.”. Assim e ainda segundo a mesma voz “…O melro deixa de estar na lista de espécies cinegéticas…” a abater.

Que pena. Anda para aí tanto melrinho a precisar de ser “limpo” (leia-se descoberto no silvado, onde se esconde) e agora não se pode divulgá-los.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

22 junho 2011

218 - As notícias e a imagem.

In "DN Digital, 22/06/2011"

"Em comunicado, a directora do CEJ, a desembargadora Ana Luísa Geraldes, informa que pediu a reunião "face à torrente de notícias sobre o CEJ que continuam a ser veiculadas e que põem em grave risco a imagem e credibilidade da instituição". "

Segundo a senhora Directora do CEJ as "notícias (...) põem em grave risco a imagem e credibilidade da instituição".

Não percebo uma coisa e se alguma alma caridosa me elucidar eu agradeço: São as notícias que põem em risco o CEJ, ou o acto praticado que deu origem às notícias? É que eu sou pouco letrado e posso estar a perceber mal.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

17 junho 2011

217 - O Lobo virou Leão.


O António Alberto Lima Pereira, terminou funções de presidente da Direcção do CART, nos primeiros dias deste mês de Junho. No blogue do CART deixou uma mensagem de despedida, a que deu o título "O Fim de um Ciclo".

Porque acompanhei de perto a gestão do Lima (agora não preciso de te tratar por presidente), posso afirmar que ele chegou “Ao Fim da Universidade”. Depois de ter sido incentivado ((pressionado)?) para aceitar o cargo, exerceu-o muito melhor do que todos esperavamos.
. É claro para toda a gente – só para quem não quiser perceber ou preferir as confusões – que estes quatro anos das suas direcções, foram não só “bastante positivos” como escreve, mas sim MUITO positivos.

Depois da difícil e tormentosa conclusão do Pavilhão, era necessária uma Direcção e uma liderança, que fosse aceite sem “pé atrás” e que estabilizasse e desse continuidade ao trabalho anterior. Infelizmente houve quem assim não quisesse. No entanto, suplantando-se ao que se lhe pedia; aguentando o que nunca se pensou ser necessário aguentar; negociando o que parecia inegociável; e repondo a verdade onde alguns queriam que prevalecesse a mentira, o Lima Pereira levou a água ao seu moinho.

A última assembleia-geral foi uma surpresa. Mesmo para quem conviveu com os seus mandatos e acompanhou os seus problemas. Mostrando firmeza e esclarecendo situações, que alguns tentavam encobrir, foi a cereja no topo do bolo, dos quatro anos em que foi o principal responsável pelo CART.

Pelo que fez pelo CART e pelo muito que dele gosta – a sua despedida sentida e emotiva é disso prova – os meus agradecimentos. Quero dar-lhe um abraço e, nele, envolver o Pai Lobo, que muito lhe deve ter custado ouvir as injustiças que foram proferidas nessa assembleia.

31 maio 2011

216 - Os canais entupidos.



Li um comentário publicado no sítio do “Amor às Taipas”, da autoria do Zé Maia de Freitas (acrescento o “de Freitas” para o meu amigo Daniel não ficar aborrecido comigo), sobre uma afirmação proferida numa assembleia de freguesia e à volta da qual, o autor do texto teceu várias considerações.
Cingindo-me ao entupimento do tal canal, uma teimosia que em rigorosamente nada beneficia as Taipas, antes pelo contrário, veio-me à memória algo do antigamente.
Todos (alguns) ainda nos lembramos da sorte das águas, quando os dias em que os homens que trabalhavam as terras, tinham direito às águas, para regar os campos. Por vezes alguns mais expeditos/manhosos/batoteiros, tapavam o canal/rego que servia o vizinho, para se aproveitar, ilegalmente, da água que naquele dia não era sua. Por vezes as contendas eram resolvidas com violência. Pois é. Como não se podia acorrer a outros canais de regadio, o problema era resolvido à força.
Hoje esse método não surte grande efeito, porque quando algum canal está estúpido, facilmente se arranja outro, desimpedido e por onde possa circular o precioso líquido.
Portanto mais vale que a teimosia acabe e, como escreve o Zé Maia Freitas, que o canal seja desentupido pois, fechado, não beneficia ninguém, antes pelo contrário.


E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

24 maio 2011

215 - As leituras entre linhas.

Há pessoas, cheias de boas intenções, que por vezes ao lerem o que outros escrevem, interpretam o que lêem duma forma diferente, do que o autor quis dizer/escrever e depois, dizem que leram nas entrelinhas. Ora, como todos sabemos, nas entrelinhas nada está escrito, portanto . . .
Vem isto a propósito de duas coisas: Uma pelo que escrevi na colocação anterior e outra pelo editorial do Director do Reflexo, quando fala da última Assembleia-geral do CART.

No primeiro caso o que escrevi é o que se deve ler e nada mais. Quanto ao segundo caso, algumas pessoas presentes na AG, manifestaram-me o seu espanto, pelo “tom” do editorial e atreveram-se mesmo a dizer que o mesmo me atacava. A essas pessoas disse e agora escrevo, que não me senti minimamente atingido pelo dito Editorial. As críticas do Alfredo Jorge à “(…) origem da convocatória (…) a quem “(…) assume o dirigismo (…)” a quem “(…) defende os interesses e princípios da colectividade (…)” obviamente não me poderiam ser dirigidas.

Aliás, o Alfredo Jorge seria das últimas pessoas a pôr-me em causa pela forma de conduzir as assembleias pois, comigo, fez parte da mesa da AG em duas associações e numa delas durante muitos anos e sabe da minha preocupação em que as mesmas sejam convocadas e conduzidas, dentro da legalidade, dos Estatutos e dos RGI das mesmas. E sabe, que a função do presidente da Mesa da AG de qualquer Associação, é defendê-la.

Portanto a todos aqueles que viram mais do que o que lá estava, só me resta agradecer-lhes a preocupação e aconselhá-los a fazer como eu, ou seja,
Andar por aí e, por simpatia, também assobiar. Ah e já agora, deixá-los pousar.

17 maio 2011

214 - A inauguração do Centro Pastoral.



Por compromissos assumidos anteriormente à sua marcação, não pude estar presente na inauguração do Centro Pastoral. Por acaso cheguei às Taipas em cima das quatro horas, o que me permitiria ainda por lá passar, mas como não estava vestido convenientemente e como não se deve chegar atrasado a cerimónias, não fui, com bastante pena minha.

No entanto, li no RFX Digital - e transcrevo com a devida vénia - uma parte do discurso do Reitor:


“Neste dia apetecia-me falar do tempo, fazer história, lembrar etapas. Apetecia-me falar de vozes, de ruídos, apetecia-me falar de constrangimentos, de vicissitudes e até de resistências. Apetecia-me justificar opções, referir orçamentos e recursos financeiros. Apetecia-me até dizer uns quantos nomes e até de chamar alguns nomes”.

Ó Padre Agostinho, como eu compreendo o desabafo . . . Quantas vezes me apetece "(...) chamar alguns nomes." Parabéns pela obra e acima de tudo pela ousadia e pelo acreditar da magnífica equipa que dirige.

Foto: RFX Digital

12 maio 2011

213 - Afinal quem manda.

Ouvi ontem numa rádio qualquer e hoje confirmei num dos sítios da RTP. O cabeça de lista do PSD pelo distrito de Vila Real e presidente do partido, disse - e está escrito em título no tal sítio - que, "Quem toma a decisão sou eu" contrariando Catroga no que ao IVA diz respeito.

Não estivessemos nós em Portugal e esta frase causaria admiração. O homem indicado pelo PSD, para acompanhar as negociações para a ajuda externa a Portugal, é desautorizado pública e energicamente, por quem lhe confiou(?) a representação do partido. Mas como diria esse mesmo negociador, isso são pentelhos.

O que já não é pentelho, mas sim mato grosso é ouvir esta gente toda. E que tal fazer-se uma proposta para se cortar a subvenção/comparticipação/moedas, para os partidos fazerem campanha - porque eles não a fazem é só insultos e desmentidos - e também aos senhores das mesas de voto? Poder-se-ia poupar umas moedas e grão a grão esvaziava-se menos o papo da galinha, se é que ainda o tem.


E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

05 maio 2011

212 - Os anúncios da crise. Crise? Qual crise?

O País anda suspenso das negociações da troika. Com Teixeira dos Santos segundo uns, com Silva Pereira, segundo outros e com Eduardo Catroga segundo ele próprio. Não estou curioso de quem está a negociar, porque seja eles quem forem vai sobrar para mim.

Agora o que é caricato, para não dizer outra coisa, é que depois do intervalo do Barcelona-Real Madrid, todos iriam estudar demoradamente as propostas e de repente, num programa de humor, segundo "O Público", o líder do maior partido da oposição, e que quer ser poder, anuncie que apoia as medidas negociadas e mal anunciadas.

Só estou curioso, para ver em que programa os restantes partidos vão dar conta da sua posição: No programa do senhor Goucha, no novo programa dos gordos ou no do senhor Castelo Branco em trajes da Selva.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

29 abril 2011

211 - O povo continua bravo.


“ao não colocar o doutor Teixeira dos Santos nas listas, o engenheiro Sócrates deu um sinal ao FMI que não tem confiança no ministro das Finanças e isto, julgo que ninguém disse, é algo extremamente grave”.
Disse Paulo Rangel.

Para ser membro do Governo não é preciso ser-se deputado. Nem tão pouco ser candidato a. Nem ser cabeça de lista pelo círculo A em detrimento do B. Não. O PR convida o partido mais votado a indicar um PM e este, nos dias subsequentes, apresenta os ministros e o programa de governo.
Para se ser eleito numero dois da hierarquia do Estado isso sim, tem de ser-se deputado, depois de constar das listas e finalmente ser eleito pelos seus pares e até, eventualmente, negociar com os outros partidos essa eleição.
Que me desculpe o senhor Paulo Rangel, mas o actual ministro das finanças não fazer parte das listas, ser falta de confiança para continuar ministro demissionário e para "troikar" é mesmo mais uma manobra de diversão. Ah, como outros e de outros partidos, diga-se.
Foto e texto citado: RR

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

28 abril 2011

210 – O povo anda bravo . . .



Oiço ou leio muitas vezes – e a maior parte delas com prazer – as intervenções do advogado António Marinho Pinto. Guardo até na memória, como uma das minhas preferidas, a entrevista que uma senhora jornalista da TVI lhe fez, faz tempo, e ele não se amedrontando à sua forma agressiva de “entrevistar” a reduziu aquilo que muita gente já deveria ter feito. No entanto, quando li que ele disse que não votaria nas próximas eleições não concordei, porque acho que não nos podemos alhear das nossas obrigações.

No entanto, entendo essa sua afirmação como um desabafo, mercê do escárnio com que, diariamente, os políticos nos presenteiam. Donos e senhores do Mundo vomitam boca fora, tudo o que lhes apetece, sem cuidar minimamente do que e como dizem. A culpa é sempre dos outros e passam a vida a atacar e contra-atacar o adversário, sem se importarem minimamente com quem os elegeu e com o País que estão a destruir.

Há dinheiro ou não? Estamos na bancarrota ou não? Há projectos para o País ou não? Diariamente somos confrontados com atoardas e baboseiras de pessoas que são pagas para ser responsáveis e que se desresponsabilizam com uma facilidade e desfaçatez incompreensível. Por este sentimento de revolta que me atrapalha diariamente, até compreendo a proposta de Marinho Pinto.

É como a ordem para poupar nas empresas financiadas pelo Estado, ou seja pelo povo. Porque a RTP manda para Inglaterra, com dias de antecedência, não sei quantos jornalistas para “cobrirem” um casamento, quando poderiam “aderir” às imagens dos outros? Para proporcionar férias com ajudas de custo, a meninos e meninas, que nem notícias sabem ler.

Foto: Goggle.
E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

10 abril 2011

209 - Responsáveis anárquicos.

Lanço amiudadas vezes "um certo olhar" no blogue de Casimiro Silva. Faz parte aliás da cerca de uma vintena que se perfilam do lado esquerdo do meu computador, sendo um dos poucos fora das Taipas. Acabo de ler a sua última colocação que aborda o editorial do Reflexo e a entrevista do representante da CMG na Taipas-Turitermas. Casimiro Silva comenta algumas das afirmações de Ricardo Costa e termina com uma frase que me deixa dúvidas: " (...) Ricardo Costa, (...) não deixa de avisar os responsáveis anárquicos que devem continuar a olhar atentamente para (...) Caldelas."


Também eu li a entrevista a que alude Casimiro Silva. Também eu a achei interessante e com respostas claras e objectivas chamando as coisas pelo nome. O numero um daquela lista que eu escrevi na altura própria, que era a melhor para as Taipas, mostra determinação e tendo, como tem, o apoio de retaguarda do maior accionista da cooperativa, estão criadas as condições para fazer crescer o património desta e, por tabela, dar um safanão nas Taipas.

Só uma coisa não percebi: Casimiro Silva queria escrever "responsáveis autárquicos" e bateu mal nas teclas, ou seria mesmo "anárquicos"?

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

06 abril 2011

208 - Termas e cutelarias sim.


No suplemento "JNCidades" de ontem numa rubrica sobre Economia, vem um texto sobre as cutelarias das Caldas das Taipas, assinado pelo n/ conterrâneo Delfim Machado, a quem aproveito para dar um abraço público e desejar-lhe as maiores felicidades, na nobre e difícil actividade de informar. No texto que fala sobre cutelarias, é entrevistada a presidente do Conselho de Administração da Herdmar e o presidente da junta de Freguesia de Caldelas.


Lido o texto - ou não fosse ele sobre as Taipas - retiro parte das frases atribuídas a Maria José Marques:

"Para temperar os aços (...) é necessário água. E a água, aqui das Taipas, pelo facto da existência das Termas, tem umas características (...) boas para a produção de talheres(...)". Tenho manifestado neste blogue a minha indignação, por existir nas Taipas uma corrente, quase que uma necessidade, de apoiar a actividade termal ou a cutelaria, como se ambas não pudessem e não devessem coexistir. Ficamos a saber, por este texto, que uma até é benéfica para a actividade da outra.

Lembro-me de nos anos sessenta e setenta, assistir à passagem dos aquistas para os balneários termais e dos cutileiros para as fábricas, sem se atropelarem ou uns passarem por cima dos outros. Uns mais escuros pelo pó do trabalho e outros mais brancos pelas maleitas ou pela ingestão da água, cruzavam-se sem se estorvarem. Hoje em dia alguns "defensores" duma ou doutra actividade, só a léguas.


Não sei se com intenção ou sem ela, a Zé Marques deu o exemplo, não só da possível convivência, mas até da necessidade dela. E todos os Taipenses dignos desse nome assim devem pensar, porque essa história do quanto pior melhor, só interessa aos incompetentes.


E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

29 março 2011

207 - Que representantes do Povo . . .

Tristemente, verifico que o que escrevi e coloquei no passado dia 18 já está desactualizado, pois peca por defeito. Se na véspera do dia do Padroeiro da Póvoa sem mar, estava desiludido com a actuação dos nossos eleitos, agora estou aterrado. Nunca tão poucos, fizeram tanto mal ao País. Não tenho competências para dissertar sobre a opção de chumbo ao PEC IV, porque nem sequer o conheço, mas pelas coisas que se passaram antes e a seguir ao seu chumbo.


De certeza que os “representantes do povo” fizeram o seu melhor, pois analisaram muitíssimo bem as suas opções. Curiosamente, as opções do maior partido da oposição, partiram de alguém que não foi eleito pelo povo. Como é possível a alguém, que não tendo sido sufragado pelo povo, possa pôr e dispor do futuro desse mesmo povo? Curiosidades da nossa democracia.


De muitas atoardas cometidas elejo uma: O acabar pura e simplesmente com a avaliação a uma classe profissional, sem um modelo alternativo. Queimaram-se tantas pestanas, tantas horas, dias e semanas de conflito, para numa penada acabar com tudo? Porque não acabaram antes?


E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.

18 março 2011

206 - Que povo ! ! !

Lendo e ouvindo alguma coisita, não precisa de ser muito, do que circula pelos órgãos de comunicação social - e incluo neles todas as formas de comunicação - ficamos com a sensação que não estamos a ler e a ouvir bem. Pessoas - e até instituições por meio dos seus legítimos representantes – dizem e escrevem coisas que não lembra nem ao mais pintado. Optimismo e pessimismo, levados ao extremo, são o pão nosso de cada dia.

O partido de suporte ao Governo, o Governo e restantes partidos da oposição, as diversas assembleias sufragadas e legitimadas pelo povo e outros órgãos executivos, a quem se chama poder politico, aos quais se juntam os representantes do poder judicial, sindical e patronal, todos os dias nos brindam com afirmações e contra-afirmações, a que apelido de brincadeiras de mau gosto, baralhando-nos e levando a que, cada vez menos, neles acreditemos.

Estará o País à beira do abismo, a necessitar de medidas de austeridade, de PEC’s, de cortes em salários, reformas e apoios sociais? Ou pelo contrário não precisamos de nada disto? Francamente não sei e os disparates diários proferidos dum lado e doutro, em nada me ajudam a entender e muitos menos – e isso é que é grave - a resolver os problemas do País.

E depois estas atitudes generalizam-se e todos se acham no direito de asneirar, como um dos vice-presidentes de uma associação da qual faço parte desde 1977, vir para a imprensa indicar o desejado nos “quartos” que, junto com outro dos lados da Sé, nunca deveria ser indicado.

E eu vou andando por aí e, por simpatia, também vou assobiando.